A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um dos suspeitos de participação na morte do lutador de MMA Diego Braga Alves, assassinado em janeiro de 2024 ao tentar recuperar sua motocicleta roubada. A prisão ocorreu durante a Operação Contenção, na Cidade de Deus, que já prendeu 20 suspeitos e apreendeu drogas, armamentos, equipamentos clandestinos e seis fuzis. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no crime e combater a atuação do Comando Vermelho na região.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta terça-feira (14), um dos suspeitos de participação no assassinato do lutador e professor de MMA Diego Braga Alves, morto em janeiro de 2024.

(Foto: Reprodução / Redes Sociais)
A captura ocorreu durante a Operação Contenção, realizada na Cidade de Deus, na Zona Oeste da capital fluminense.
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Suspeito detido
A prisão foi efetuada por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que cumpriram um mandado de prisão expedido pela Justiça após localizarem o investigado na Rua Professora Alba de Alencar, na Cidade de Deus.
Assassinato de lutador
Diego Braga foi assassinado em janeiro de 2024 depois de subir o Morro do Banco, também na Zona Oeste do Rio, para tentar recuperar a motocicleta que havia sido roubada poucas horas antes em frente à sua casa, na comunidade da Muzema.
Segundo as investigações, ao chegar à comunidade, ele foi morto por criminosos ligados à facção que domina a região.
Segunda prisão
Na época do crime, outro homem já havia sido preso por participação no homicídio. Com a nova prisão, a Polícia Civil dá continuidade às investigações para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no assassinato do lutador.
Operação Contenção
A captura ocorreu durante a Operação Contenção, ofensiva que tem como alvo integrantes do Comando Vermelho (CV) que atuam na Cidade de Deus e em comunidades vizinhas.
A ação é resultado de investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), que busca enfraquecer a estrutura da facção criminosa, impedir sua expansão territorial e reduzir os roubos de veículos na região.
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Combate a facções
Segundo a Polícia Civil, até o momento a operação resultou na prisão de 20 suspeitos. Durante as diligências, os agentes também apreenderam entorpecentes, uma central clandestina de “gatonet”, 12 telefones celulares, um rádio transmissor e um rojão.
Além disso, policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), que deram apoio à operação, apreenderam seis fuzis durante a ação.
As investigações sobre o assassinato de Diego Braga e sobre a atuação da organização criminosa seguem em andamento.
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