A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus quatro integrantes de uma empresa de rope jump pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que faleceu após saltar da Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves responderão por homicídio com dolo eventual e fraude processual. Outros quatro investigados tiveram o processo arquivado.

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos (Foto: Reprodução)
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos (Foto: Reprodução)

A Justiça do Estado de São Paulo tomou uma decisão importante nesta terça-feira (14) sobre os quatro membros da empresa responsável pelos saltos de rope jump que vitimou a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no dia 13 de junho, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

O Judiciário acatou a denúncia do Ministério Público e tornou Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves réus pelo crime.

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

Decisão da Justiça

Com isso, eles passam agora a responder por homicídio com dolo eventual e fraude processual.

Segundo a denúncia, os réus eram instrutores diretamente ligados ao salto da vítima e à organizadora do evento. A acusação aponta que o grupo não conferiu a conexão da corda de segurança nem fez a dupla checagem dos equipamentos necessários para a atividade.

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O Ministério Público afirma que os responsáveis sabiam dos riscos, mas deixaram de tomar os cuidados básicos. A denúncia ainda destaca que o grupo atuava sem definição clara de funções, explorava a atividade comercialmente sem seguir exigências legais e priorizava interesses econômicos e divulgação nas redes sociais em vez da segurança dos participantes.

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Investigação em andamento

Por outro lado, Kauê Felipe Silva Silveira, Luís Gustavo de Oliveira, João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins tiveram o processo arquivado. Os dois últimos chegaram a ser presos temporariamente, mas foram soltos após a Polícia Civil apontar ausência de envolvimento na morte. O caso segue em andamento na Justiça paulista.

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