O pai da bebê Helena Rodrigues Almeida, de apenas 10 meses, compartilhou neste domingo (19) imagens da missa de sétimo dia em homenagem à filha, que morreu após sofrer asfixia em Fortaleza (CE).

Helena, bebê morta aos 10 meses (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Helena, bebê morta aos 10 meses (Foto: Reprodução/Redes sociais)

O pai da bebê Helena Rodrigues Almeida, de apenas 10 meses, compartilhou no último domingo (19) imagens da missa de sétimo dia em homenagem à filha, que morreu após sofrer asfixia em Fortaleza (CE).

A celebração reuniu familiares e amigos em um momento marcado por emoção, orações e homenagens à criança.

Bebê Helena (Foto: reprodução)

Desabafo emocionou internautas

Por meio do Instagram, o pai publicou registros da cerimônia religiosa e agradeceu o apoio recebido desde a morte da filha.

“Quando nos faltam palavras, a fé fala por nós. Uma vida tão breve, mas que me deixou um amor eterno. Obrigado a cada abraço, carinho e palavra de cada um.”

A publicação rapidamente recebeu centenas de mensagens de solidariedade e apoio de internautas, que desejaram força à família.

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Relembre o caso

Helena morreu após ser levada pela mãe, Ysabelle Rodrigues, a um hospital de Fortaleza.

Em depoimento à Polícia Civil, a mulher relatou que participava de uma confraternização em um apartamento na companhia de Francisco Ray Magalhães, apontado por ela como seu companheiro. Segundo o relato, ao verificar a filha, encontrou Roberto Levy Magalhães, primo de Francisco Ray, sobre a criança.

Inicialmente, a mãe acreditou que a bebê estivesse engasgada e a levou para atendimento médico. No hospital, a morte foi confirmada.

No mesmo dia, Francisco Ray, de 22 anos, e Roberto Levy, de 26, foram presos em flagrante. Conforme a Polícia Civil, ambos apresentavam sinais de embriaguez e, posteriormente, tiveram as prisões convertidas em preventivas pela Justiça.

Laudo descartou violência sexual

O caso ganhou grande repercussão após a equipe médica identificar, inicialmente, lesões que levantaram a hipótese de violência sexual.

No entanto, o laudo oficial da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) descartou essa possibilidade. O exame concluiu que Helena morreu em decorrência de asfixia mecânica indireta, causada por compressão do corpo, e não por violência sexual.

As investigações da Polícia Civil continuam para esclarecer a dinâmica dos fatos e apurar a responsabilidade criminal dos envolvidos.

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