Tainá Yarina dos Santos Cardoso, de 29 anos, morreu após ser atingida por um golpe de arma branca no tórax, em Santarém (PA). O companheiro dela, o advogado Wlandre Leal, prestou depoimento e afirmou que a jovem atentou contra a própria vida, versão que será apurada pela Polícia Civil.
A Polícia Civil investiga a morte de Tainá Yarina dos Santos Cardoso, de 29 anos, ocorrida na noite do último domingo (19), em um residencial de Santarém, no oeste do Pará.

(Foto: Reprodução)
A jovem morreu após ser atingida por um golpe de arma branca no tórax. O companheiro dela, o advogado criminalista Wlandre Leal, foi conduzido à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) para prestar depoimento.
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Advogado apontou suicídio
O casal morava junto havia cerca de seis meses no imóvel onde o caso aconteceu.
Ao deixar a delegacia, Wlandre Leal afirmou à imprensa que houve uma luta corporal entre os dois e disse ter tentado impedir que a companheira atentasse contra a própria vida.
“Eu não consegui impedir. Ela deu um único golpe no peito. Eu peguei a faca e joguei no chão e, imediatamente chamei o socorro e outras forças de segurança”, contou Wlandre.
Tentativas anteriores
O advogado também afirmou que Tainá tinha histórico de tentativas de suicídio. De acordo com o relato, ela teria ingerido veneno para rato e cortado os pulsos durante um relacionamento anterior.
Ele disse ainda que, durante o período em que estiveram juntos, a companheira também teria cortado os próprios pulsos e manifestado a intenção de tirar a própria vida.
Wlandre Leal declarou estar abalado com a morte da companheira e afirmou que tentou evitar o ocorrido.
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Investigação por suspeita de feminicídio
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte e esclarecer o que aconteceu. Até a conclusão da investigação, a causa e a dinâmica do caso ainda dependem da análise das autoridades.
*O suicídio pode ser prevenido. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la com ajuda médica. Conte também com o CVV pelo telefone 188.
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