Um agente funerário de 48 anos que trabalhava em uma funerária na cidade portuária de Hull, no nordeste da Inglaterra, admitiu 30 acusações de impedir enterros legais e de fraudar famílias enlutadas.
Um agente funerário de 48 anos que trabalhava em uma funerária na cidade portuária de Hull, no nordeste da Inglaterra, admitiu 30 acusações de impedir enterros legais e de fraudar famílias enlutadas.
Segundo investigação policial iniciada em março de 2024, as autoridades descobriram 35 corpos e mais de 100 conjuntos de cinzas armazenados nas instalações da funerária Legacy Independent Funeral Directors, alguns deles preservados por meses, apesar de famílias terem sido levadas a acreditar que os entes queridos já haviam sido sepultados ou cremados.
O acusado, identificado como Robert Bush, também já tinha admitido que entregou cinzas de pessoas desconhecidas a familiares e vendeu planos funerários fraudulentos, embolsando dinheiro de serviços que “nunca aconteceram”.
Entre os crimes estão casos em que mulheres receberam cinzas falsas de supostos bebês que perderam durante a gestação, além de acusações de furto contra instituições de caridade.
Bush, que está em liberdade após pagar fiança, deve ser sentenciado em 27 de julho de 2026. Familiares das vítimas e autoridades classificaram o caso como uma traição profunda à confiança em um momento de luto.
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