A rebelião iniciada na manhã desta segunda (24) na Penitenciária 3 do Complexo Campinas-Hortolândia (SP) foi contida por volta das 13h, segundo a SAP. O tumulto, que envolveu fogo em colchões e danificação de portas, teria começado após a apreensão de bebida alcoólica artesanal. Não houve reféns ou feridos. Os detentos envolvidos serão transferidos para outras unidades.

Após detentos atearem fogo em colchões, rebelião é contida em grande penitenciária de São Paulo (Foto: Reprodução)
Após detentos atearem fogo em colchões, rebelião é contida em grande penitenciária de São Paulo (Foto: Reprodução)

O portal Bacci Notícias segue acompanhando de perto a rebelião de detentos na Penitenciária 3 do Complexo Campinas-Hortolândia, que fica na região de Campinas, no interior de São Paulo, que teve início no final da manhã desta segunda-feira (24). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), os presos foram contidos.

“Os custodiados estão contidos pela Célula de Intervenção Rápida (CIR). Os envolvidos serão transferidos para outros presídios paulistas”, informou, em nota.

Ainda de acordo com a nota, o princípio de rebelião teria começado após os policiais penais terem apreendido bebidas alcoólicas artesanais, que eram produzidas pelos próprios detentos.

O tumulto teria começado por volta das 11h40 da manhã, quando os detentos danificaram portas automatizadas e atearam fogo em colchões. Mas, por volta das 13h, o princípio de rebelião já foi controlada.

Mais detalhes

A Polícia Militar do Estado de São Paulo chegou a ser acionada e ficou posicionada do lado de fora da penitenciária, para evitar possíveis tentativas de fuga, além do helicóptero Águia, da PM, ter sobrevoado o local. Mas, não houve necessidade de intercorrência.

A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) promete que os detidos envolvidos no princípio de rebelião serão transferidos para outros presídios do interior paulista. De qualquer forma, não houve reféns ou feridos.

A Penitenciária 3 do Complexo Campinas-Hortolândia está bem cheia. Ela tem capacidade para receber 700 presos e atualmente conta com quase 1.300. As outras unidades do complexo não foram atingidas pelo tumulto.

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