A Polícia Civil do Paraná confirmou que Douglas Romanovski confessou ter matado Maria Auxiliadora e Fábio de Souza, mãe e filho desaparecidos desde junho.
Os corpos foram achados esquartejados, dentro de uma geladeira e de uma mala, em imóvel alugado na Grande Curitiba, no Paraná.
Segundo a investigação, Fábio foi morto por asfixia em 17 de junho e Maria no dia 24, após questionar o sumiço do filho.
O suspeito se apropriou do carro e da casa de Fábio e fez transferências bancárias em benefício próprio. Para despistar a polícia, usou o celular de Maria para simular que ela estava no litoral do Paraná. O inquérito segue em andamento.
A Polícia Civil do Paraná confirmou, nesta quinta-feira (11), que Douglas Romanovski confessou ter assassinado Maria Auxiliadora e Fábio de Souza, mãe e filho desaparecidos desde junho.

Filho e mãe que foram mortos – Crédito: Polícia Civil
Os corpos foram encontrados esquartejados, dentro de uma geladeira e de uma mala, em um imóvel (imagem Polícia Civil) alugado pelo suspeito em área rural da Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná.
O que diz a delegada
Segundo a delegada Vanessa Cristina, Douglas relatou que matou Fábio no dia 17 de junho, e Maria, no dia 24, ambos por asfixia.
Ele contou que esquartejou as vítimas em um apartamento vazio do condomínio onde morava, transferindo depois os restos mortais para outro endereço para evitar suspeitas.
Investigação da polícia
A polícia apura que o crime teve motivação patrimonial. Após a morte de Fábio, Douglas se apropriou do carro e do imóvel da vítima, alegando falsamente tê-lo comprado, além de realizar transferências bancárias para benefício próprio e até para a conta do filho menor.
Maria teria sido morta dias depois, quando passou a questionar o sumiço do filho. Em depoimento, Douglas disse que, ao revelar o primeiro assassinato, a mulher passou mal e ele “finalizou” a ação.
Para despistar as investigações, o suspeito chegou a usar o celular de Maria para enviar sinais de localização no litoral do Paraná, tentando indicar que ela estaria em Antonina.
O inquérito segue para identificar o proprietário do imóvel usado na ocultação e concluir as últimas diligências.
