Marina Abib foi internada na UTI de um hospital em São Paulo, segundo comunicado publicado por familiares nas redes sociais. A bailarina ficou conhecida ao compartilhar sua luta contra uma doença rara diagnosticada após anos de sintomas. Famosos como Maria Gadú, Patrícia Pillar e Vanessa Gerbelli enviaram mensagens de apoio à artista.

Marina Abib foi levada para a UTI
Marina Abib foi levada para a UTI

A bailarina Marina Abib, de 38 anos, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em São Paulo. Conhecida pelo público após tornar pública sua luta contra uma doença rara, a artista recebeu uma nova corrente de apoio nas redes sociais, onde familiares pediram mensagens de carinho e boas energias para sua recuperação.

Em uma publicação feita nesta sexta-feira (24), pessoas próximas à bailarina informaram que o quadro exige cuidados intensivos e destacaram que a atenção está voltada para sua melhora.

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“Agora, mais do que nunca, queremos formar uma corrente de energia, fé e boas vibrações ao redor dela. Se você puder, deixe uma mensagem de carinho nos comentários. Vamos encher esse espaço de palavras que acolhem, fortalecem e chegam até a Marina”, diz o comunicado.

A situação mobilizou nomes conhecidos da música e da televisão. Maria Gadú, Patrícia Pillar, Vanessa Gerbelli e Camila Lucciola foram algumas das artistas que deixaram mensagens de apoio à bailarina.

O início da doença de Marina Abib

Marina Abib começou a apresentar os primeiros sintomas ainda em 2020, durante a pandemia. Na época, relatou episódios de tontura intensa, visão dupla e perda de equilíbrio, mas inicialmente recebeu outras hipóteses médicas para explicar o quadro.

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Após novas internações e uma série de exames, a bailarina recebeu em 2022 o diagnóstico de encefalite autoimune soronegativa, uma condição neurológica rara que afeta o sistema imunológico e pode comprometer diferentes funções do organismo.

Desde então, Marina passou a compartilhar sua rotina de tratamento e recuperação. A artista conta com uma equipe multidisciplinar formada por profissionais como neurologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicoterapeuta, psiquiatra, nutricionista e cuidadores.

O tratamento tem um custo elevado, estimado em cerca de R$ 60 mil mensais. Uma campanha de arrecadação criada para auxiliar no processo de reabilitação já recebeu mais de R$ 500 mil em doações e segue ativa.

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