O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, retomará o programa Governo na Rua e fará uma maratona por 26 capitais até junho. A iniciativa leva serviços públicos, como atendimentos do INSS e da Caixa, além de ações nas áreas de saúde, educação e renda, diretamente às periferias e regiões populares. As viagens começam em Macapá e seguem por todas as regiões do país antes do período de restrições eleitorais.
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), retomará, a partir da próxima semana, as viagens pelo país para divulgar ações do governo federal por meio do programa Governo na Rua. A iniciativa é considerada a principal estratégia da pasta para aproximar a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva das periferias e regiões populares em todo o Brasil.
O cronograma prevê uma verdadeira maratona: serão 26 capitais visitadas em apenas seis meses. O programa, lançado no fim de 2025, já teve edições no Sol Nascente, no Distrito Federal, e na favela de Heliópolis, em São Paulo. Agora, entra em uma fase mais intensa e nacionalizada.
Boulos inicia a agenda no dia 23 de janeiro, em Macapá (AP). No final do mesmo mês, estará em Porto Alegre (RS). Fevereiro inclui compromissos em Campo Grande, Cuiabá, Palmas e Teresina. Março terá um dos períodos mais movimentados, com viagens para Goiânia, Vitória, Natal, Rio de Janeiro e Belém.
Em abril, o ministro passa por Florianópolis, Curitiba, Porto Velho, Rio Branco e São Luís. Já em maio, a agenda seguirá pelo Nordeste, com ações em Aracaju, Maceió, Fortaleza, Salvador, João Pessoa e Recife. Em junho, será a vez de Boa Vista, Manaus, Belo Horizonte e São Paulo, encerrando o ciclo de visitas antes do início das restrições eleitorais.
O Governo na Rua oferece serviços gratuitos nas áreas de saúde, educação, emprego e renda, além de facilitar o acesso a políticas públicas e programas federais. Durante os eventos, a população pode, por exemplo, resolver demandas do INSS, obter informações e serviços da Caixa Econômica Federal e receber orientações sobre benefícios sociais. As ações ocorrem sempre em regiões de grande vulnerabilidade social.
A intenção do governo é concluir todas as capitais até o fim de junho. A partir de julho, entra em vigor o período de restrições eleitorais, que impede ações de caráter publicitário por parte do poder público.
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