Erisvaldo Almeida, pai da bebê Helena de 10 meses, morta em Fortaleza, desabafou sobre o choque de receber a notícia do falecimento da filha enquanto viajava. Inicialmente informado de que a menina teria se engasgado ou sido asfixiada acidentalmente, ele descobriu a suspeita de violência sexual ao chegar à delegacia. Muito abalado, ele cobrou punição rigorosa contra os responsáveis pelo crime. Dois suspeitos seguem presos em flagrante.

Foto: Reprodução.
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Uma tragédia abalou Fortaleza nesta semana, após a morte da bebê Helena, de 10 meses, em circunstâncias de violência sexual que estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Ceará.

O pai da criança, Erisvaldo Almeida, revelou o choque ao saber da perda ainda durante uma viagem, ao receber uma ligação da mãe da menina relatando a gravidade do ocorrido: “Eu fiquei em choque, em pânico”, lembrou. Inicialmente, a mãe acreditava que a filha tivesse se engasgado e buscou socorro imediato das equipes de emergência.

Caso Helena: pai da bebê diz estar impedido de ver o filho após morte da criança (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Desespero pelo socorro e a descoberta no hospital

No momento em que percebeu o quadro grave, a mãe da criança chamou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Sem resposta rápida das equipes, ela levou a bebê até uma unidade de saúde por conta própria. No hospital, profissionais constataram sinais de violência sexual. Infelizmente, a bebê não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a dinâmica do crime ainda está sob apuração.

“Aí eu comecei a ligar para a família, o pessoal não me dizia nada, dizia só a mesma coisa: ou ela tinha sido asfixiada, ou ela tinha dormido por cima da menina”, comentou o pai.

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O pai contou que, ao chegar a Fortaleza, buscou respostas em uma delegacia e ouviu dos policiais sobre a presença de marcas suspeitas no corpo da filha, reforçando a suspeita de estupro. Ele desabafou sobre o abalo emocional e pediu justiça, declarando não entender a crueldade do ato.

“Não estou suportando. Acabou com a minha vida, eles acabaram com a minha vida, esses desgraçados. Eu ainda estou tão em choque que não saio de casa, não como, eu não consigo… Eu não consigo entender como é que um ser humano tem coragem de fazer isso com uma criança, um bebê de 10 meses”, complementou Erisvaldo.

Andamento das investigações

Além dos dois homens presos em flagrante, outras pessoas foram levadas para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

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A Perícia Forense do Ceará confirmou que exames detalhados foram realizados tanto no local da ocorrência quanto no corpo da vítima. As autoridades continuam com as investigações para responsabilizar todos os envolvidos e dar uma resposta à sociedade diante da gravidade do caso.

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