O sul da China entrou em alerta máximo nesta segunda-feira (22), enquanto o supertufão Ragasa avança em direção à costa. Em Shenzhen, autoridades anunciaram a retirada de cerca de 400 mil pessoas de áreas de risco de inundação.
Antes de se aproximar da China, o tufão atingiu a ilha de Calayan, nas Filipinas, no arquipélago de Babuyan. A tempestade chegou à região com ventos constantes de 215 km/h e rajadas de até 265 km/h, segundo o serviço meteorológico local.
O sul da China entrou em alerta máximo nesta segunda-feira (22), enquanto o supertufão Ragasa avança em direção à costa. Em Shenzhen, autoridades anunciaram a retirada de cerca de 400 mil pessoas de áreas de risco de inundação.
Antes de se aproximar da China, o tufão atingiu a ilha de Calayan, nas Filipinas, no arquipélago de Babuyan. A tempestade chegou à região com ventos constantes de 215 km/h e rajadas de até 265 km/h, segundo o serviço meteorológico local.
Mais de 10 mil filipinos já foram retirados de suas casas, com a suspensão das aulas e fechamento de repartições públicas em Manila e em outras 29 províncias. O governo alerta para o risco de enchentes e deslizamentos graves no norte da ilha de Luzon.
Corrupção
O Ragasa chega em meio a protestos no país contra supostos esquemas de corrupção envolvendo obras de controle de enchentes mal executadas ou abandonadas.
Nas Filipinas, o impacto dos ciclones é recorrente: o arquipélago enfrenta, em média, 20 tempestades por ano, fator que agrava a vulnerabilidade de milhões de pessoas.
Na China, o temor é de que a tempestade cause alagamentos em áreas costeiras e baixas. Em Shenzhen, moradores correram para os supermercados, esvaziando estoques de alimentos antes da chegada do fenômeno.
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