O cometa 3I/ATLAS está prestes a alcançar o ponto mais próximo do Sol em sua trajetória, o periélio. O evento, marcado para 29 de outubro, pode desencadear uma intensa atividade cometária, com explosões de gás e poeira visíveis em telescópios de todo o mundo.

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O cometa 3I/Atlas está prestes a alcançar o ponto mais próximo do Sol em sua trajetória, o periélio. O evento, marcado para 29 de outubro, pode desencadear uma intensa atividade cometária, com explosões de gás e poeira visíveis em telescópios de todo o mundo.

A atenção da comunidade científica está voltada para o 3I/Atlas, um verdadeiro “viajante cósmico” vindo de fora do Sistema Solar.

Quando e onde o cometa estará

Durante o periélio, o 3I/Atlas ficará a cerca de 210 milhões de quilômetros do Sol (1,4 Unidades Astronômicas), uma distância ligeiramente superior à da órbita de Marte, na próxima quarta-feira (29). Nesse ponto, a radiação solar deve aquecer o núcleo do cometa, liberando jatos de gás e poeira em alta velocidade.

Astrônomos esperam que esse processo torne o corpo celeste mais brilhante e ativo. Imagens recentes já registraram um forte jato de material sendo expelido em direção ao Sol, um indicativo de que o cometa pode estar prestes a passar por um período de grande instabilidade.

Quando o 3I/Atlas voltará a ser visível

Atualmente, o cometa encontra-se escondido atrás do Sol, o que impede a observação direta. No entanto, ele deve voltar a ser visível no início de novembro, quando reaparecerá do outro lado, possivelmente com brilho intensificado.

Por que o 3I/Atlas é especial

O 3I/Atlas desperta grande interesse por sua origem e composição. Modelos indicam que ele pode ser o cometa mais antigo já observado, com mais de 7 bilhões de anos, anterior à formação do próprio Sistema Solar. Além disso, sua química diferente dos cometas locais oferece pistas valiosas sobre os processos de formação estelar em outras regiões da Via Láctea.

Devido à sua trajetória hiperbólica, esta será a única passagem do 3I/Atlas pelo nosso Sistema Solar. Após o periélio, ele seguirá viagem para o espaço interestelar, tornando esta observação uma oportunidade única para a astronomia moderna.

Telescópios como o James Webb e o Hubble, além de observatórios terrestres, estão mobilizados para registrar cada detalhe desse momento histórico.

Protocolo de defesa da Nasa

Nasa ativou seu protocolo de defesa planetária após detectar um comportamento considerado “inexplicável” no cometa 31/Atlas, um corpo de origem interestelar que tem intrigado astrônomos em todo o mundo.

Segundo o boletim técnico MPEC (2025-U142), emitido pelo Minor Planet Center de Harvard, o objeto apresentou variações bruscas de trajetória e luminosidade, fenômenos que desafiam as simulações conhecidas e levantam temores sobre sua rota no Sistema Solar.

O comunicado oficial foi divulgado na terça-feira (21), e, desde então, a agência norte-americana mantém equipes em monitoramento constante do corpo celeste, classificado como “imprevisível e potencialmente perigoso”.

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