A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal terminou sem apreensões e sem identificação de irregularidades. Segundo o advogado João Henrique de Freitas, os agentes procuravam armas, munições e documentos relacionados aos registros de armamento.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira (08), após a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal e afirmou que nenhuma irregularidade foi encontrada durante a diligência.

Segundo o advogado João Henrique de Freitas, o mandado judicial autorizava a busca por armas, munições, acessórios e documentos de registro. De acordo com ele, a equipe de defesa já havia informado previamente às autoridades o paradeiro de todos os armamentos atribuídos ao ex-presidente.
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“O mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro. A defesa já tinha informado previamente o paradeiro de todas as armas. Resultado: nada foi encontrado. É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, declarou o advogado.

Busca ocorreu em Brasília
A operação foi realizada na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, em Brasília. Segundo a defesa, nenhum item foi apreendido durante a ação da Polícia Federal.
A manifestação ocorre em meio às investigações que apuram possíveis divergências sobre o registro e a localização de armas vinculadas ao ex-presidente.
Contexto da investigação
As apurações envolvem decisões judiciais relacionadas ao certificado de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e ao recolhimento de armamentos registrados em nome de Bolsonaro.
A defesa sustenta que as informações sobre os armamentos já haviam sido apresentadas às autoridades e afirma que a diligência não encontrou qualquer irregularidade na residência do ex-presidente.
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