Um homem  morreu após dar entrada em estado grave no Hospital da Providência, em Apucarana (PR), com um quadro de hemorragia interna. Segundo a Polícia Civil, a principal hipótese é de que o próprio paciente teria provocado a lesão, o que levou a complicações severas, incluindo choque hipovolêmico e infecção generalizada

Limpador de privada (Foto: Freepik)
Limpador de privada (Foto: Freepik)

Um homem de 40 anos morreu após dar entrada em estado grave no Hospital da Providência, em Apucarana, no norte do Paraná, com um quadro de hemorragia interna, nesta sexta-feira (24).

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Polícia do Paraná (Foto: PMPR)

De acordo com informações da Polícia Civil, ele teria se ferido após introduzir um objeto de uso doméstico no corpo durante uma videochamada com uma mulher. A situação teria provocado complicações severas, levando ao agravamento do estado de saúde. O homem foi socorrido e encaminhado à unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.

Hipótese principal aponta para autolesão

Em uma entrevista à imprensa, o Portal Agora Notícias, ouviu o delegado responsável pelo caso e que  até o momento não há indícios de envolvimento de terceiros, sendo tratado como um possível caso de autolesão. O caso ainda não teve inquérito policial instaurado, já que a polícia aguarda o laudo de necropsia para confirmar a causa da morte.

“Nós não instauramos inquérito policial ainda, por hora aguardamos a chegada do laudo de necropsia para determinarmos exatamente qual foi a causa morte. Mas, algo indica, que não se trata de uma agressão praticada por terceiros, é um ato próprio, vontade dele mesmo, e, infelizmente, acabou evoluindo para esse quadro clínico e a consequente morte”, disse o delegado.

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 Videochamada

Informações preliminares indicam que o homem poderia estar em uma videochamada no momento do ocorrido, embora essa versão ainda não tenha sido confirmada oficialmente. Outro ponto levantado é que ele estava sozinho em casa, o que pode ter contribuído para a demora no socorro e para o agravamento do quadro.

A Polícia Civil informou ainda que não houve possibilidade de ouvir a vítima devido à gravidade da situação. Os dados iniciais foram repassados por familiares e o caso segue em análise para definição dos próximos passos da investigação.

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