A influenciadora e advogada Deolane Bezerra passou por audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (22), um dia após ser presa em operação policial, no Alphaville, em Barueri (SP).
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra passou por audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (22), um dia após ser presa em nova operação contra lavagem de dinheiro.

(Foto: Reprodução / Redes Sociais)
A empresária foi presa durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência dela, localizada em Alphaville, Barueri, na Grande São Paulo.
A operação da Polícia Civil (PC) e do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
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Deolane revela motivo de prisão
Durante sua audiência de custódia, Deolane Bezerra revelou a motivação que a levou presa nesta quinta-feira. Ainda segundo ela, o caso envolve um pagamento referente ao exercício de sua função como advogada a um cliente, entre os anos de 2019 e 2020.
“Excelência, eu fui presa num exercício da profissão. Na época dos fatos, eu advogava, é um processo de um ano bem antigo, 2019, 2020, e eu quero deixar bem claro, mesmo sabendo que aqui não se trata de mérito, mas que eu fui presa por estar advogando por uma quantia de R$ 24 mil depositada em minha conta por um cliente que consta no próprio relatório da polícia, ou seja, eu fui presa no exercício da profissão”, revelou.
Operação Vérnix
Segundo as autoridades, a operação também teve como alvo Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como chefe da facção criminosa. Apesar do novo mandado, ele já se encontra preso.
Outros investigados na Operação Vérnix incluem o irmão de Marcola, Alejandro Camacho, além dos sobrinhos Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.
Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão preventiva, além de diversas ordens de busca e apreensão.
Investigação apura esquema de lavagem de dinheiro
De acordo com a investigação, o grupo utilizaria uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, para movimentar recursos supostamente ligados à facção criminosa.
As autoridades apontam que a empresa seria controlada por integrantes da cúpula do PCC e utilizada para ocultar valores obtidos de forma ilícita.
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