A família autorizou a doação de órgãos, possibilitando a captação de coração, fígado, pâncreas, rins e vasos sanguíneos, que poderão beneficiar pacientes na fila de transplantes. Amigos, familiares e pacientes prestaram homenagens à jovem nas redes sociais.
Mesmo diante da perda, a família de Juliana tomou uma decisão marcada por solidariedade e autorizou a doação de órgãos da jovem. O gesto possibilitou a captação de múltiplos órgãos e tecidos, entre eles coração, fígado, pâncreas, rins e vasos sanguíneos, que foram destinados a pacientes que aguardavam na fila por transplantes.
A iniciativa segue protocolos rigorosos do sistema de saúde, que envolve equipes especializadas responsáveis por avaliar a viabilidade dos órgãos, realizar a captação e coordenar a distribuição para diferentes receptores compatíveis.
A decisão da família transforma um momento de dor em uma oportunidade de salvar vidas. Em casos como esse, a doação pode beneficiar diversas pessoas simultaneamente, contribuindo para reduzir o tempo de espera por transplantes e oferecendo uma nova perspectiva para quem enfrenta doenças graves.
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Juliana buscou atendimento com sintomas iniciais
De acordo com informações da Prefeitura, Juliana Reijane Néo procurou atendimento na UPA da Santa Felícia no dia 17 de abril, às 11h50, relatando dor de cabeça persistente há cerca de uma semana, além de episódios de náusea e vômito.
Horas depois, no mesmo dia, por volta das 15h50, ela foi levada pela família à UPA da Vila Prado, já em estado de parada cardiorrespiratória.
Ainda segundo o município, a equipe de plantão iniciou imediatamente as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), que foram realizadas por aproximadamente nove minutos e conseguiram reverter temporariamente o quadro.
Na sequência, Juliana foi transferida com apoio da Unidade de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Santa Casa, onde permaneceu internada.
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