A família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem de 21 anos que morreu após ser lançada sem estar presa aos equipamentos de segurança durante um salto de rope jump em Limeira (SP), divulgou uma carta aberta relatando detalhes da trajetória de vida da estudante e os sonhos interrompidos pela tragédia.
A família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem de 21 anos que morreu após ser lançada sem estar presa aos equipamentos de segurança durante um salto de rope jump em Limeira (SP), divulgou uma carta aberta relatando detalhes da trajetória de vida da estudante e os sonhos interrompidos pela tragédia.

Rope Jump e Mara Eduarda (Reprodução/Redes Sociais)
Conhecida pelos familiares como “Duda”, Maria Eduarda nasceu em 25 de dezembro e foi descrita na homenagem como um “verdadeiro presente para a família”. O texto destaca que ela era dedicada aos estudos, formada em Nutrição e cursava Educação Física, construindo uma trajetória considerada exemplar por amigos e parentes.
Sonho de casamento foi interrompido
Segundo a carta, a jovem vivia um relacionamento estável e fazia planos para oficializar a união nos próximos meses. “Duda nutria muitos sonhos para o futuro. Estava em um relacionamento e planejava se casar em breve, com o desejo de construir sua própria família e proporcionar a seus avós a alegria de conhecerem seus filhos”, afirmaram os familiares. A família ressaltou que todos esses projetos foram interrompidos pela morte da estudante.
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Família fala em crime e cobra responsabilização
No comunicado, os parentes classificaram o episódio ocorrido em 13 de junho, na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira, como um crime.
“Este fato causa-nos uma profunda angústia e indignação. Neste momento de luto, a família Rodrigues, acompanhada por sua assessoria jurídica, busca por justiça”, diz um trecho da nota.
Os familiares também defenderam uma apuração rigorosa sobre as circunstâncias do acidente e cobraram a responsabilização de todos os envolvidos.
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Confiança na investigação
A carta destaca ainda a confiança da família no trabalho da Polícia Civil e do Poder Judiciário para esclarecer completamente o caso. Os parentes agradeceram as manifestações de apoio recebidas desde a morte da jovem e afirmaram que esperam que a investigação sirva de alerta para evitar novas tragédias.
“Desejamos, acima de tudo, que a elucidação deste caso sirva de alerta para que situações como esta não se repitam, protegendo assim a vida de outros jovens”, conclui o texto.

Reprodução / redes sociais
Caso segue sob investigação
Maria Eduarda morreu em 13 de junho após cair de uma altura aproximada de 30 metros durante uma atividade de rope jump. As investigações apontam que ela foi lançada sem estar conectada à corda de segurança.
O caso resultou na prisão de integrantes da equipe responsável pela atividade e segue sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo. A apuração busca esclarecer responsabilidades pela falha que levou à morte da estudante.
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