Na última terça-feira (23), uma família de Capinzal, no Meio-Oeste de Santa Catarina, viveu momentos de grande choque e consternação ao descobrir, instantes antes do sepultamento, que o corpo que estavam velando não era o do seu ente querido. A identificação equivocada foi percebida pouco antes do enterro, após os parentes decidirem abrir o caixão lacrado para confirmar se tudo estava certo.

Foto: Reprodução
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Na última terça-feira (23), uma família de Capinzal, no Meio-Oeste de Santa Catarina, viveu momentos de grande choque e consternação ao descobrir, instantes antes do sepultamento, que o corpo que estavam velando não era o do seu ente querido. A identificação equivocada foi percebida pouco antes do enterro, após os parentes decidirem abrir o caixão lacrado para confirmar se tudo estava certo.

O erro ocorreu durante o translado do corpo, que havia sido liberado em outro estado, no Instituto Médico Legal (IML) de Caxias do Sul (RS). A família havia recebido o caixão fechado sem a realização do reconhecimento formal na origem, o que gerou desconfiança já na chegada ao cemitério em Capinzal.

Ao retirar as lonas e verificar o conteúdo do caixão, os parentes perceberam que se tratava de outra pessoa, fato que imediatamente gerou surpresa e indignação entre os presentes. Diante da constatação, o irmão do homem que deveria ser velado acionou a Polícia Militar, que compareceu ao local para ouvir os familiares e orientar sobre os procedimentos seguintes.

O responsável pelo translado afirmou que, no momento da saída de Caxias do Sul, o caixão já estava lacrado com o corpo dentro, e que uma parte da família havia participado das etapas iniciais de liberação antes do transporte até Santa Catarina.

Além da Polícia Militar, a Polícia Civil foi acionada e solicitou o apoio da Polícia Científica para que fossem adotadas as medidas legais necessárias e esclarecida a sequência de falhas que culminou na entrega equivocada do corpo.

Somente dois dias depois, na quinta-feira seguinte ao ocorrido, o corpo correto foi finalmente localizado e entregue à família, que pôde então realizar o velório e sepultamento conforme planejado. O corpo que havia sido enviado por engano foi devolvido ao local de origem.

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