General da reserva Paulo Chagas voltou a criticar apoiadores de Jair Bolsonaro nas redes sociais. Em publicação, ele classificou parte dos eleitores como agressivos no ambiente virtual e outra parcela como carente de formação cultural e cognitiva.
O General da reserva do Exército Brasileiro Paulo Chagas utilizou as redes sociais, nesta quinta-feira (25), para criticar novamente apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os quais classificou em dois perfis distintos.
Em texto publicado no X (antigo Twitter), ele afirmou que identifica os bolsonaristas entre: o “cão que ladra mas não morde”, que atacam escondidos por trás de codinomes e os que apresentariam, segundo ele, “deficiência cultural e cognitiva”, com dificuldade para organizar ideias de forma minimamente coerente.
As declarações foram feitas pouco depois de Bolsonaro passar por cirurgia para correção de duas hérnias inguinais em um hospital particular de Brasília, no Distrito Federal (DF), onde está internado desde quarta-feira (24).
Críticas a Bolsonaro
Não é a primeira vez que Paulo Chagas critica o ex-presidente e seus apoiadores. No início do mês, também no X, o general escreveu que Bolsonaro é um líder “estridente e vazio” e que não conseguiu se consolidar como força propositiva.
Ele avaliou ainda que a liderança do ex-presidente surgiu em um cenário de descrença no liberalismo e no conservadorismo, mas teria permanecido voltada sobretudo para um projeto de promoção pessoal.
Na mesma publicação, o general disse concordar com Michelle Bolsonaro quando ela afirma que o marido é o maior líder da direita brasileira, reiterando, porém, a avaliação de que se trata de uma liderança “estridente e vazia”.
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