Uma portaria publicada pelo governo no Diário Oficial da União nomeou integrantes da Segurança Presidencial utilizando os nomes fictícios “Fulano de tal” e “Cicrano de tal”. O GSI reconheceu o erro e informou que fará a correção do documento na próxima edição do DOU.

Marcos Antonio Amaro dos Santos,  Ministro-Chefe do GSI (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)
Marcos Antonio Amaro dos Santos, Ministro-Chefe do GSI (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)

Uma portaria do governo, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (22), chamou a atenção após utilizar os nomes fictícios “fulano de tal” e “cicrano de tal”.

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República governo Lula

(Foto: Reprodução / DOU)

Ambos aparecem sendo nomeados integrantes da equipe de Segurança Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

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Fulano e Cicrano de tal

O documento, assinado pelo diretor do Departamento de Gestão do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento, designou um major do Exército identificado como “Fulano de tal” e um tenente da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) identificado como “Cicrano de tal” para exercerem a função de assistentes de Segurança Presidencial.

Além deles, o sargento da Marinha Márcio Adriano Leite também foi nomeado para o cargo. Com a designação, os servidores passam a receber a Gratificação de Representação da Presidência da República, correspondente ao código Nível IV.

Governo comete erro polêmico

De acordo com a legislação que regulamenta a remuneração de cargos da administração pública federal, o valor da gratificação é de R$ 808,61. O benefício é destinado a servidores que atuam em órgãos considerados essenciais e diretamente vinculados à Presidência da República.

Após a repercussão do caso, o GSI informou que identificou o erro na publicação oficial e que providenciará a correção do documento. Em nota enviada à CNN, o órgão afirmou que a retificação será realizada na próxima edição do Diário Oficial da União.

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