Um grupo de brasileiros enviou uma carta ao ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pedindo sua libertação imediata. O documento também faz um apelo direto aos Estados Unidos, responsáveis pela prisão do líder chavista em janeiro deste ano. A manifestação ocorre em meio ao processo judicial que Maduro enfrenta em território norte-americano.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um grupo de brasileiros enviou uma carta ao ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, com um apelo pela sua libertação “imediata”, além da soltura de sua esposa, Cilia Flores, que também está presa nos Estados Unidos.

O documento foi divulgado nesta segunda-feira (30) pela organização Levante Popular da Juventude.

Carta critica ação dos EUA

No texto, o grupo classifica a operação que resultou na captura de Maduro como um “sequestro” e critica diretamente a atuação do governo norte-americano.

A carta também menciona o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao afirmar que a ação teria sido conduzida por quem “se comporta como xerife das Américas e do mundo”.

“Exigimos a sua imediata libertação, Nicolás e Cilia, e denunciamos os covardes ataques do imperialismo à Venezuela”, diz um trecho do documento.

Prisão e acusações

Nicolás Maduro foi capturado em janeiro deste ano durante uma operação conduzida pelos Estados Unidos e levado ao país, onde permanece sob custódia para responder a acusações criminais.

Ele e a esposa enfrentam processos por crimes como narcoterrorismo, conspiração para tráfico de drogas e posse de armas, e aguardam julgamento em Nova York.

Contexto internacional

A prisão de Maduro ocorreu em meio a uma ofensiva norte-americana na América Latina, sob o argumento de combate ao tráfico internacional de drogas.

Desde então, o caso tem gerado repercussão internacional, com diferentes posicionamentos sobre a legalidade da operação e seus impactos políticos na região.

Situação atual

Até o momento, não há confirmação de que a carta enviada pelo grupo brasileiro tenha chegado às mãos de Maduro.

O ex-presidente venezuelano segue detido em uma unidade federal de segurança máxima nos Estados Unidos, enquanto o processo judicial continua em andamento.

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