Três chefes do Comando Vermelho (CV) com atuação no Ceará estão entre os mortos da megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro. Foram identificados Leilson Sousa da Silva (Lelê), Francisco Teixeira Parente (Mongol) e Luan Carlos Marcolino de Alcântara (Tubarão), todos com extensa ficha criminal e entre os mais procurados da Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS).
Segundo a polícia, Lelê e Mongol lideravam o tráfico no bairro Pirambu, em Fortaleza, o segundo era apontado como responsável pela morte de um policial militar. Já Tubarão comandava ações da facção no Carlito Pamplona.
Outro criminoso, Carlos Mateus da Silva Alencar, o Skidum ou Fiel, considerado o número 1 do CV no Pirambu, estava na área da operação, mas ainda não há confirmação se ele está entre os mortos.
Foragido do Ceará, Skidum havia buscado refúgio no Rio de Janeiro, onde contava com a proteção de Edgar Alves de Andrade, o Doca, um dos principais líderes nacionais do Comando Vermelho e alvo central da ação policial.
Três importantes integrantes do Comando Vermelho (CV) no Ceará estão entre os mortos da megaoperação policial realizada nesta semana no Rio de Janeiro.
As vítimas foram identificadas como Luan Carlos Marcolino de Alcântara, apelidado de Tubarão (na esquerda); Francisco Teixeira Parente, o Mongol (centro da imagem) e Leilson Sousa da Silva, conhecido como Lelê (na direita).
De acordo com a polícia, Lelê e Mongol eram lideranças da facção no bairro Pirambu, em Fortaleza. Mongol, inclusive, era apontado como responsável pela morte de um policial militar no estado.
Já Tubarão comandava as ações criminosas no bairro Carlito Pamplona. Todos possuíam extensas fichas criminais e figuravam na lista dos mais procurados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará.
Outro nome de destaque da facção, Carlos Mateus da Silva Alencar, o Skidum ou Fiel, de 30 anos, também estava na região da operação, mas ainda não há confirmação oficial sobre sua morte.
Considerado o número 1 do CV no Pirambu, ele tinha mandados de prisão em aberto e havia fugido do Ceará em busca de refúgio no Rio, reduto histórico da facção.
Informações apuradas indicam que Skidum teria se abrigado inicialmente no Complexo da Maré, antes de se deslocar para a área onde ocorreu a operação.
No Rio, ele contava com a proteção de Edgar Alves de Andrade, o Doca, apontado como um dos principais líderes nacionais do Comando Vermelho e alvo central da megaoperação conduzida pelas forças de segurança fluminenses.
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