A influenciadora digital Débora Peixoto viveu uma situação inusitada após realizar um combo de procedimentos estéticos faciais. Ao sair da clínica, o inchaço provocado pelos preenchimentos foi tão intenso que o iPhone não conseguiu reconhecer seu rosto pelo sistema Face ID.
A influenciadora digital Débora Peixoto viveu uma situação inusitada após realizar um combo de procedimentos estéticos faciais. Ao sair da clínica, o inchaço provocado pelos preenchimentos foi tão intenso que o iPhone não conseguiu reconhecer seu rosto pelo sistema Face ID.
Segundo Débora, o problema aconteceu ainda no pós-procedimento, quando ela tentou desbloquear o celular para ligar para o marido e pedir ajuda para ir embora.
“Eu tentava de todos os ângulos e nada. O celular simplesmente não me reconhecia”, relatou.
O rosto estava visivelmente inchado, principalmente na região dos lábios e das bochechas, o que acabou alterando temporariamente suas feições. A insistência em tentar desbloquear o aparelho fez com que o iPhone fosse bloqueado por segurança após várias tentativas frustradas.
“Eu fiquei pensando: nem o meu iPhone sabe mais quem eu sou. Meu rosto estava completamente diferente”, contou a influenciadora, que resolveu tratar a situação com bom humor.
Entre os procedimentos realizados no mesmo dia estavam preenchimento labial com ácido hialurônico e intervenções nas bochechas — prática comum em clínicas estéticas, mas que costuma causar inchaço significativo nas primeiras horas.
Ao se ver no espelho, Débora brincou com a situação.
“Na hora eu pensei: pronto, fiquei com lábios de salsicha. Nem o Face ID deu conta”, disse.
Sem conseguir usar o reconhecimento facial, ela precisou recorrer ao código manual para acessar o aparelho. O Face ID só voltou a funcionar normalmente alguns dias depois, conforme o inchaço diminuiu e o rosto retomou suas características habituais.
Conhecida por compartilhar episódios do cotidiano com seus seguidores, Débora usou o caso para alertar sobre os efeitos imediatos de procedimentos estéticos concentrados.
“A gente pensa muito no resultado final, mas esquece que o processo também existe. Até algo simples como desbloquear o celular pode virar um problema”, concluiu.
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