O influenciador Matheus Martins, conhecido nas redes sociais como Spoteff, foi preso na terça-feira (30) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga crimes de pedofilia praticados pela internet. Segundo as autoridades, ele utilizava sua popularidade entre crianças e adolescentes para aliciar vítimas em troca de benefícios em jogos eletrônicos.

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O influenciador Matheus Martins, conhecido nas redes sociais como Spoteff, foi preso na terça-feira (30) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga crimes de pedofilia praticados pela internet. Segundo as autoridades, ele utilizava sua popularidade entre crianças e adolescentes para aliciar vítimas em troca de benefícios em jogos eletrônicos.

Imagem ilustrativa de gamer (Foto: Freepik)

A prisão ocorreu em Florianópolis (SC), com apoio da Polícia Civil catarinense. Durante a ação, os agentes apreenderam um computador e um celular, onde foi encontrado material considerado ilícito pela investigação.

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Polícia diz que influenciador prometia dinheiro virtual às vítimas

De acordo com a Polícia Civil, Matheus Martins oferecia dinheiro virtual utilizado em jogos eletrônicos, além de prometer aumento no número de seguidores nas redes sociais, para convencer crianças e adolescentes a participarem de desafios. Segundo a investigação, os desafios consistiam no envio de fotos e vídeos com conteúdo sexual. Após receber o material, o influenciador teria passado a ameaçar as vítimas.

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Crianças eram chantageadas após envio das imagens

Ainda conforme a polícia, Matheus utilizava as imagens para chantagear as vítimas, ameaçando divulgar o conteúdo aos familiares caso elas não enviassem novos registros íntimos. Os investigadores destacam que o suspeito produzia conteúdo voltado ao público infantojuvenil, principalmente relacionado aos jogos Roblox e Minecraft, o que facilitava o contato com crianças e adolescentes.

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Investigação começou após denúncia da família de uma criança

As investigações tiveram início depois que a família de uma criança de 10 anos procurou a polícia para denunciar o caso. A Polícia Civil acredita que existam outras vítimas que ainda não foram identificadas.

Batizada de Operação Game Over, a ação é conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, vinculada ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, a defesa de Matheus Martins não foi localizada para comentar as acusações. O espaço permanece aberto para manifestação.

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