O desaparecimento de Taysso Rodrigues da Silva, 25 anos, terminou de maneira brutal na manhã do último sábado (8). O jovem havia saído na noite anterior para comprar carne para um churrasco em família, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, e não voltou para casa. Familiares passaram a procurá-lo por hospitais, delegacias e no Instituto Médico Legal (IML) Renato Chaves, mas sem sucesso.

Corpo de Taysso Rodrigues foi encontrado preso pelos pés a uma árvore, sem a cabeça, em afluente do rio Maguari, em Ananindeua. Foto: Reprodução.
Corpo de Taysso Rodrigues foi encontrado preso pelos pés a uma árvore, sem a cabeça, em afluente do rio Maguari, em Ananindeua. Foto: Reprodução.

O desaparecimento de Taysso Rodrigues da Silva, 25 anos, terminou de maneira brutal na manhã do último sábado (8). O jovem havia saído na noite anterior para comprar carne para um churrasco em família, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, e não voltou para casa. Familiares passaram a procurá-lo por hospitais, delegacias e no Instituto Médico Legal (IML) Renato Chaves, mas sem sucesso.

O caso teve desfecho quando um pescador, que navegava por um dos afluentes do rio Maguari, avistou o corpo de um homem preso pelos pés a uma árvore, sem a cabeça. Ao perceber a gravidade da cena, ele acionou imediatamente as autoridades.

O local fica próximo à estrada do Icuí-Guajará, perto da Copem. Familiares estiveram na área e confirmaram que o corpo era de Taysso. Policiais militares da viatura 0615, do 6º Batalhão, sob o comando do sargento Santos, isolaram a região até a chegada da perícia criminal.

X9 cravado no peito

De acordo com informações preliminares, o corpo apresentava a palavra “X9 cravada no peito, possivelmente com uma faca. O termo é usado em contextos criminosos para se referir a delatores ou informantes.

Investigações apontam que Taysso tinha antecedentes por tráfico de drogas, levantando a hipótese de execução motivada por disputa entre facções. A Divisão de Homicídios analisa imagens de câmeras de segurança e tenta identificar os responsáveis.

A principal linha de investigação indica que o jovem pode ter sido vítima de um tribunal do crime”, prática em que grupos criminosos punem integrantes ou rivais conforme códigos internos.

A polícia segue em diligências para localizar suspeitos e esclarecer o que aconteceu antes da morte do jovem.

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