A influenciadora Karol Rosalin, madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé, denunciou uma abordagem inusitada envolvendo o nome de Pavel Durov, fundador do Telegram. Segundo Karol, ela recebeu uma proposta para ser “mãe de um herdeiro” do empresário baseada em análise genética, o que ela classificou como uma tentativa de golpe e objetificação.
A influenciadora Karol Rosalin, que conta com mais de 2 milhões de seguidores em suas redes sociais e foi madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé no Carnaval de São Paulo agora em 2026, está em meio a mais uma polêmica.

Desta vez, a influenciadora afirmou ter recebido um contato para gerar um herdeiro para o fundador do Telegram, o empresário russo Pavel Durov. Segundo ela, o contato foi feito por um homem que se apresentou como integrante da equipe dele.
Karol publicou em seu perfil o print da mensagem recebida. No texto, o remetente afirmava que, após uma “análise objetiva do perfil genético, da simetria corporal e da saúde metabólica”, ela teria sido identificada como compatível com padrões buscados para descendentes de alta performance biológica.
De acordo com a influenciadora, a abordagem foi estruturada e detalhada. “Falavam em continuidade genética, em herdeiro e em compatibilidade biológica. Era como se estivessem avaliando características técnicas. Aquilo me soou como seleção em catálogo”, afirma.
Madrinha de bateria da Tatuapé fala em possível golpe
Karol diz que não respondeu à mensagem e passou a tratar o caso como um possível golpe. “Quando você ganha projeção internacional, começam a surgir contatos de todo tipo. Já recebi propostas inusitadas antes, mas essa envolvia algo muito sério. Preferi expor para alertar”, diz.
O fundador do Telegram já declarou publicamente ter dezenas de filhos biológicos em diferentes países por meio de doações de esperma, informação que também era mencionada na mensagem recebida por ela, segundo seu relato.
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A influenciadora afirma que essa não é a primeira vez que recebe propostas consideradas fora do padrão. “Eu já recebi convite para ser ‘coach sexual’, proposta de acompanhamento exclusivo, pedido para fazer personal shopping em outro país. Mas essa ultrapassou um limite”, relata.
Para Karol, tornar o episódio público foi uma forma de estabelecer fronteiras. “Existe diferença entre reconhecimento profissional e objetificação. Uma coisa é reconhecer meu trabalho. Outra é me tratar como projeto reprodutivo”, declara.
Ela afirma que decidiu expor a mensagem para reforçar esse posicionamento. “Eu quis deixar claro que não é normal transformar uma mulher em oportunidade genética. E também alertar outras pessoas sobre possíveis golpes usando nomes conhecidos”, conclui.
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