Uma mulher foi presa em flagrante na noite do último domingo (19) no Rio de Janeiro, acusada do crime de tortura após seu filho, um bebê de apenas 2 meses, morrer com sinais de agressões. A criança deu entrada já sem vida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu, na Zona Oeste.

UPA de Bangu (Foto: Reprodução/Google Maps)
UPA de Bangu (Foto: Reprodução/Google Maps)

Uma mulher foi presa em flagrante na noite do último domingo (19) no Rio de Janeiro, acusada do crime de tortura após seu filho, um bebê de apenas 2 meses, morrer com sinais de agressões. A criança deu entrada já sem vida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu, na Zona Oeste.

A criança chegou ao hospital apresentando diversos sinais de agressões e maus-tratos. A morte foi constatada na própria unidade. Agentes do 14º BPM (Bangu) foram acionados para verificar a ocorrência e constataram que a criança havia chegado sem vida.

Além do bebê, a mãe também levou à UPA sua outra filha, uma menina de 8 anos. Embora a menina não tenha necessitado de atendimento médico, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou que ela também apresentava sinais de maus-tratos.

O corpo do bebê foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande, na Zona Oeste, conforme informou a Fundação Saúde, responsável pela gestão da UPA.

A Polícia Civil informou que a mãe da criança foi presa em flagrante pelo crime de tortura. Os agentes estão apurando as circunstâncias exatas da morte e a responsabilidade da mulher no ocorrido.

A Secretaria Municipal de Assistência Social confirmou que o Conselho Tutelar da região está acompanhando o caso e prestando o devido suporte à menina de 8 anos.

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