Uma criança de nove anos, foi morto pela mãe, Olena Stasiuk, na Itália, após ter a garganta cortada com uma faca de cozinha durante uma visita não supervisionada. Documentos judiciais indicam que a criança já havia expressado medo de ficar sozinha com a mãe e relatado a profissionais que era agredida e estrangulada por ela. Stasiuk, que era monitorada por serviços de saúde mental, foi detida e está sendo investigada por homicídio.

Faca
Faca

Um menino de apenas nove anos, foi assassinado em Muggia, na província de Trieste, na Itália, após ter a garganta supostamente cortada pela própria mãe com uma faca de cozinha. A autora do crime foi identificada pela polícia como Olena Stasiuk, uma mulher ucraniana de 55 anos. A tragédia ocorreu durante um período de visitação não supervisionada, após anos de encontros monitorados.

O crime veio à tona depois que Paolo Trame, pai da criança, perdeu o contato com o filho e a ex-esposa e alertou as autoridades. Policiais invadiram o apartamento onde eles estavam e encontraram o menino já sem vida no chão do banheiro. Segundo investigações, quando os policiais chegaram na residência, o corpo da criança aparentava estar em decomposição.

O jornal italiano Corriere della Sera reportou que a mulher estava sendo monitorada por tribunais e serviços de saúde mental antes de cometer o assassinato. Olena Stasiuk foi imediatamente detida no local e está sob investigação por homicídio.

Local do crime || Reprodução: Corriere della Sera – Créditos: Ansa/Brusaferro

O assassinato ocorreu durante uma das primeiras visitas sem supervisão, um arranjo que começou após a separação do casal em 2017. Documentos judiciais e relatórios, citados pelo Corriere della Sera, revelam que a criança havia expressado profundo medo de ficar a sós com a mãe.

Em conversas com profissionais, a criança havia relatado seu receio:

Fico triste quando vou para a casa da minha mãe… Porque tenho medo.

Quando questionado sobre a razão, o menino detalhou as agressões sofridas, mencionando que costumava ser estrangulado pela mãe.

Mamãe me agarrou pelo pescoço, apertando com as duas mãos“, afirmou a criança em um dos depoimentos, reforçando o histórico de violência que culminou na tragédia.

Reprodução: Corriere della Sera – Créditos: Ansa/Brusaferro

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