A Polícia Civil investiga um servidor público de Gongogi suspeito de gravar mulheres sem consentimento dentro do CRAS, onde trabalhava, e divulgar os vídeos em sites adultos. Pelo menos 20 mulheres podem ter sido vítimas, e 12 já prestaram depoimento. O homem fugiu após descobrir a investigação, e a polícia segue nas buscas.
Cerca de 20 mulheres podem ter sido vítimas de um maníaco, em Gongogi, no sul da Bahia. O homem é um servidor público suspeito de gravar mulheres sem autorização dentro do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), onde trabalhava, e publicar os vídeos em sites de conteúdo adulto.
Além de publicar os vídeos, o homem usava títulos e legendas difamatórias. Até o momento, 12 dessas mulheres prestaram depoimento à polícia. Muitas são moradoras conhecidas da cidade e relataram ter sofrido forte abalo emocional e constrangimento público após as imagens virem a público com legendas ofensivas.
Segundo o delegado do município, Paulo de Tasso, o suspeito fugiu da cidade assim que soube da investigação. “As equipes seguem em diligência para localizá-lo”, afirmou.
A Polícia Civil reforçou o pedido para que outras possíveis vítimas compareçam à delegacia e formalizem a denúncia, a fim de fortalecer o inquérito e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados.

