Um dia antes de ser preso pela Polícia Federal (PF), o MC Ryan SP foi acionado judicialmente pelo condomínio onde mora, no bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.
Um dia antes de ser preso pela Polícia Federal (PF), o MC Ryan SP foi acionado judicialmente pelo condomínio onde mora, no bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, na terça-feira (14).

MC Ryan no estádio do XV de Piracicaba. Foto: Reprodução Redes Sociais
De acordo com a coluna Fábia Oliveira, o residencial afirma que o funkeiro tem causado transtornos por infringir regras do condomínio.
Entenda o tumulto
MC Ryan SP é dono de uma cobertura de luxo e possui direito a três vagas na garagem. No entanto, o artista utilizaria indevidamente vagas reservadas e destinadas ao uso comum, além de estacionar incorretamente seus veículos. O condomínio afirma que o cantor já apresentou comportamento semelhante quando morava em outra unidade.
Segundo a reportagem, o condomínio ainda diz ter multado o cantor, mas ele não teria pago as penalidades. O residencial também afirma que ajuizará uma ação judicial autônoma para cobrar os valores devidos pelo famoso.
Prisão
Ryan foi preso na manhã de quarta-feira (15), no litoral norte de São Paulo. A Operação Narcofluxo também prendeu o MC Poze do Rodo, o casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão, além do dono da página “Choquei“, Raphael Sousa Oliveira.

A ação tem como alvo uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos.
Segundo a investigação, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Cerca de 200 policiais federais cumprem 90 mandados judiciais, entre buscas e apreensões e prisões temporárias, em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Durante o cumprimento das medidas, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem aprofundar a investigação.
Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada alvo, e o caso segue sob investigação.
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