O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira (17) após internação em Brasília. Exames confirmaram carcinoma, tipo comum de câncer de pele, em duas das sete lesões retiradas no domingo (14). Segundo o médico Claudio Birolini, Bolsonaro precisará de acompanhamento periódico para monitorar possíveis novas ocorrências. Após a alta, ele retornou à prisão domiciliar, determinada pelo STF.

Foto: reprodução/g1
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta hospitalar no início da tarde desta quarta-feira (17), após passar a noite internado no Hospital DF Star, em Brasília, devido a um quadro de tontura, vômitos e queda de pressão arterial.

O boletim médico confirmou que exames identificaram carcinoma — um tipo comum de câncer de pele — em duas das sete lesões retiradas no último domingo (14), durante procedimento cirúrgico.

O médico Claudio Birolini, chefe da equipe cirúrgica responsável pelo acompanhamento de Bolsonaro, afirmou que o ex-presidente precisará de avaliações constantes para monitorar possíveis novos tumores.

“Foram retiradas sete lesões e duas delas se mostraram cancerígenas, compatíveis com carcinoma. O ex-presidente terá que ser avaliado periodicamente para verificar o surgimento de possíveis novas lesões”, disse Birolini.

Bolsonaro, que já enfrentou complicações intestinais decorrentes da facada de 2018, agora passa a ter acompanhamento oncológico. O hospital, no entanto, não detalhou o estágio da doença.

Com a alta, o ex-presidente retorna à prisão domiciliar, onde cumpre pena por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Sua defesa deve pedir flexibilização do regime para permitir tratamento médico adequado.

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