A influenciadora Giovanna Roque quebrou o silêncio e falou pela primeira vez sobre a prisão de seu namorado, o MC Ryan SP. O funkeiro foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã de quarta-feira (15), no litoral norte de São Paulo.
A influenciadora Giovanna Roque quebrou o silêncio e falou pela primeira vez sobre a prisão de seu namorado, o MC Ryan SP. O funkeiro foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã de quarta-feira (15), no litoral norte de São Paulo.
A Operação Narcofluxo também prendeu o MC Poze do Rodo, o casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão. Além do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira.
Mesmo sem citar a prisão diretamente, Giovanna afirmou que acredita que “a verdade sempre encontra seu caminho” e reforçou a união do casal: “Estamos juntos nisso, em cada passo, em cada dificuldade. É esse ‘juntos’ que me dá certeza de que vamos superar tudo isso.”
“Eu sigo ao seu lado, hoje e sempre. E sei que lá na frente vamos olhar para tudo isso com a cabeça erguida, mais fortes do que nunca”, completou.

Namorada de MC Ryan SP quebra silêncio após prisão do funkeiro (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Episódio de agressão
Antes de ser preso, o MC Ryan SP já havia se envolvido em outra polêmica nas páginas policiais, após ser flagrado agredindo a mãe de sua filha, que hoje é sua atual companheira.
O episódio ocorreu em 21 de abril de 2024, quando Ryan foi flagrado agredindo Giovanna Roque, mãe da filha do casal, dias após os dois anunciarem o fim do relacionamento.
Em publicação nas redes sociais, Giovanna escreveu que “não existe mudança para lixo” e acusou o funkeiro de ser “manipulador, narcisista e tóxico”. O casal tem uma filha de quase um ano e meio.
Casal retomou relação
No entanto, os dois retomaram a relação em outubro de 2025. O cantor fez uma surpresa romântica em Paris para reconquistar a influenciadora, mãe de sua filha, Zoe. Eles anunciaram o retorno nas redes sociais, refletindo sobre aprendizados e recomeços no relacionamento.
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Associação criminosa

MC Ryan SP foi detido no litoral norte paulista. Já Poze do Rodo estava em sua casa no bairro do Recreio, no Rio de Janeiro.
A operação da PF tem como alvo uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos.
Segundo a investigação, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Cerca de 200 policiais federais cumprem 90 mandados judiciais, entre buscas e apreensões e prisões temporárias, em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Apreensão de veículos
Durante o cumprimento das medidas, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem aprofundar a investigação.
Investigação
Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada alvo, e o caso segue sob investigação.
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