Novas imagens mostram o momento da prisão do casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão. A dupla foi detida na casa de luxo da família, em Itupeva, no interior de São Paulo, na manhã de quarta-feira (15).

Influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Novas imagens mostram o momento da prisão do casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão. A dupla foi detida na casa de luxo da família, em Itupeva, no interior de São Paulo, na manhã de quarta-feira (15).

Débora Paixão e Chrys Dias (Foto: Reprodução/Redes sociais)

A operação foi realizada pela Polícia Federal, por meio do CGPRE (Grupo Especial de Investigações Sensíveis), com apoio da Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado).

Nas imagens divulgadas pela corporação, Chrys e Débora aparecem algemados, deixando a residência e entrando no camburão. O vídeo também mostra a casa do casal, que conta com sacada, área gourmet e piscina.

Casa de luxo

Durante o cumprimento do mandado no imóvel, a polícia encontrou um carro rosa e uma réplica de um carro de Fórmula 1, semelhante ao modelo utilizado por Ayrton Senna em sua carreira. Nas fotos divulgadas, também é possível ver outros veículos de luxo no local.

Na casa de Chrys Dias, em Itupeva, a polícia encontrou um carro rosa e uma réplica de um carro de Fórmula 1 parecido com o que o piloto Ayrton Senna usou na sua carreira de piloto (Foto: Reprodução)

Prisão de MCs e influenciadores

A Operação Narcofluxo prendeu os MCs Ryan SP e Poze do Rodo, além do casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão e do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira.

A ação tem como alvo uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos.

Segundo a investigação, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Durante o cumprimento das medidas, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem contribuir para o aprofundamento das investigações.

Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada alvo, e o caso segue sob investigação.

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