O pai da bebê Helena, de 10 meses, contou como recebeu a notícia da morte da filha e revelou que a primeira informação passada pela mãe da criança foi diferente da linha investigada atualmente pela Polícia Civil. O relato foi dado em entrevista ao Diário do Nordeste.
O pai da bebê Helena, de 10 meses, contou como recebeu a notícia da morte da filha e revelou que a primeira informação passada pela mãe da criança foi diferente da linha investigada atualmente pela Polícia Civil. O relato foi dado em entrevista ao Diário do Nordeste.

Pai da bebê afirma que só soube da suspeita investigada horas depois. Foto: Reprodução/Redes sociais.
Segundo ele, estava trabalhando em Canindé quando recebeu uma ligação informando apenas que a menina havia morrido por asfixia.
Pai diz que descobriu investigação pela televisão
O pai afirmou que a mesma versão também foi repassada por familiares da mãe da criança. Pouco tempo depois, porém, um amigo pediu que ele ligasse a televisão.
“Ela me ligou dizendo que a menina morreu asfixiada. A família dela me disse a mesma coisa. Eu soube da verdade pela televisão. Eu entrei em desespero, acabou meu mundo ali na hora”, declarou.
Após receber a notícia, ele voltou imediatamente para Fortaleza e foi até a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), onde acompanhou os primeiros desdobramentos da investigação.
Família aguardava resultado dos exames
Durante a entrevista, o pai disse que não conseguia entender como a morte da filha teria ocorrido sem que ninguém percebesse.
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Segundo ele, ao chegar à delegacia, ouviu de familiares da mãe que preferiram não revelar a suspeita investigada antes da conclusão dos exames periciais.
“Quando cheguei na delegacia, a família dela me disse que não queria me contar ainda, porque estavam esperando sair o laudo”, afirmou.
Investigação aguarda laudos periciais
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil do Ceará. Dois homens permanecem presos por suspeita de estupro de vulnerável com resultado morte.
A investigação aguarda a conclusão dos exames da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), que deverão apontar a causa da morte da bebê, confirmar ou descartar a suspeita de violência sexual e ajudar a esclarecer a dinâmica dos fatos.
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