Durante uma operação policial nesta quinta-feira (4) na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, um pastor e uma criança foram mantidos como reféns em uma residência enquanto membros armados de uma facção se preparavam para enfrentar as forças de segurança.
Durante uma operação policial nesta quinta-feira (4) na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, um pastor e uma criança foram mantidos como reféns em uma residência enquanto membros armados de uma facção se preparavam para enfrentar as forças de segurança.
Após a morte de seis suspeitos, as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar conseguiram libertar o pastor e a criança em segurança. A operação tinha como alvo dois líderes do Terceiro Comando Puro (TCP): Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, e José Rodrigo Gonçalves Silva, apelidado Sabão da Vila Aliança.
Além das mortes, duas pessoas foram presas e diversas armas, incluindo quatro fuzis e pistolas, foram apreendidas. Segundo as autoridades, a operação foi planejada a partir de informações de inteligência que indicavam a presença dos alvos na comunidade.
A operação
A grande operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar mobilizou helicópteros, viaturas blindadas e equipes especializadas na região. O confronto com os criminosos gerou intenso tiroteio, levando à suspensão temporária de aulas e interrupção de serviços de transporte público em bairros próximos.
O objetivo da ação era prender dois líderes do Terceiro Comando Puro (TCP) identificados como Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, e José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabão da Vila Aliança. Além das seis mortes, duas pessoas foram presas e quatro fuzis, junto a diversas pistolas, foram apreendidos.
Confronto e impacto na população
Ao chegar à comunidade, os policiais foram recebidos com disparos e barricadas em chamas. A violência obrigou passageiros da Supervia na Estação Senador Camará a se protegerem dentro dos vagões e forçou ajustes em seis linhas de ônibus operadas pelo Rio Ônibus. Duas unidades de saúde precisaram ser fechadas temporariamente, enquanto outras suspenderam atendimentos externos, como visitas domiciliares, para garantir a segurança de pacientes e funcionários.
Mobilização policial
A operação contou com participação da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil, Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Helicópteros e veículos blindados apoiaram as equipes em solo, garantindo o avanço da ação e a neutralização dos suspeitos.
