Um homem de 27 anos, diagnosticado com esquizofrenia, confessou ter matado e decapitado a própria mãe, Jussara Maria Rodrigues da Cruz, de 54 anos, em um apartamento no bairro Cachoeirinha, em Belo Horizonte (MG). Durante o depoimento à polícia, o suspeito chorou, demonstrou arrependimento e revelou ter cogitado o suicídio. O crime foi descoberto após familiares estranharem o sumiço da vítima desde sábado (20). O jovem foi internado sob custódia em um hospital.
Horas depois de matar a própria mãe, identificada como Jussara Maria Rodrigues da Cruz, de 54 anos, decapitada dentro do apartamento onde moravam, no bairro Cachoeirinha, na região Noroeste de Belo Horizonte (MG), o filho de 27 anos confessou o crime. Um detalhe surpreendente de seu depoimento chamou a atenção.
De acordo com os policiais, o homem, diagnosticado com esquizofrenia, chorou durante o depoimento ao confessar que havia matado e decapitado sua própria mãe.

(Foto: Reprodução)
Arrependimento
Após confessar o crime e demonstrar arrependimento, o jovem afirmou ter pensado em tirar a própria vida. Ele foi preso no local e encaminhado para o Hospital Odilon Behrens, onde está sendo atendido. Depois, será encaminhado para o sistema prisional.
“Ele depois chorou, mas falou que já havia feito e disse que pensou em tirar a própria vida”, disse o Sargento Ellys, responsável pelo caso.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais.
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Entenda o caso
Segundo a corporação, familiares procuraram ajuda após não conseguirem contato com a mulher desde o último sábado (20). Durante o acionamento, os parentes informaram que o filho dela possui diagnóstico de esquizofrenia e demonstraram preocupação com a possibilidade de algo grave ter ocorrido na residência.
Ao chegarem ao imóvel, os militares foram recebidos pelo suspeito, que admitiu ter matado a mãe. Conforme relato à polícia, ele utilizou uma faca de cozinha para cometer o crime e posteriormente decapitou a vítima. A cabeça da mulher foi encontrada no mesmo cômodo onde estava o corpo.
Até o momento, as autoridades não conseguiram determinar exatamente quando o assassinato aconteceu nem as circunstâncias que motivaram a violência. A cena do crime foi isolada para o trabalho da perícia da Polícia Civil, que ficará responsável pela coleta de provas e pela investigação do caso.
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