Conhecida como a “Princesinha do crime”, Rafaela Sampaio Camorim, de 27 anos, foi resgatada nesta quinta-feira (18) do CPP Feminino do Butantã, em São Paulo, por um casal armado. A ação durou cerca de 30 minutos e mobilizou a Polícia Militar e a Polícia Civil na busca pelos suspeitos.
Conhecida como a “Princesinha do crime”, Rafaela Sampaio Camorim, de 27 anos, foi resgatada nesta quinta-feira (18) do CPP Feminino do Butantã, em São Paulo, por um casal armado. A ação durou cerca de 30 minutos e mobilizou a Polícia Militar e a Polícia Civil na busca pelos suspeitos.
Mas quem é Rafaela?
Nas redes sociais, Rafaela construía uma imagem completamente diferente da realidade. Em perfis profissionais, ela se apresentava como recepcionista experiente, formada em pedagogia pela Faculdade São Bernardo, em 2020.
Por trás dessa fachada, Rafaela comandava uma quadrilha especializada em roubos de veículos de luxo, atividade que resultou em sua condenação a 12 anos de prisão.
Ela foi capturada pela primeira vez em janeiro de 2022, aos 23 anos, em uma operação conjunta da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, quando cinco carros roubados foram recuperados.
A fuga do CPP Feminino do Butantã
Na manhã desta quinta-feira (18), um casal armado invadiu o Centro de Progressão Penitenciária (CPP) Feminino do Butantã, em São Paulo, e conseguiu resgatar Rafaela Sampaio Camorim, de 27 anos, condenada por furto. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a ação durou aproximadamente 30 minutos. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil realizam buscas para localizar os suspeitos.
De acordo com funcionários do presídio, os invasores aproveitaram o movimento de caminhões na entrada para render uma agente que controlava o portão. Enquanto o homem fazia a vigilância, a mulher subiu até o segundo andar, manteve uma policial penal refém e libertou Rafaela. Na fuga, o trio atravessou a Rodovia Raposo Tavares, no km 19,5, e tentou roubar um veículo em uma concessionária, mas foi surpreendido por um policial à paisana, escapando em seguida para uma área de mata.
A SAP informou que não havia policiais armados na unidade no momento, o que exigiu a mobilização de equipes de folga e de presídios vizinhos para reforçar as buscas. O caso está sob investigação da 75ª Delegacia de Polícia (Jardim Arpoador).
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