A morte de Ivan Fiel, o Brasão, chocou o futebol brasileiro nesta sexta-feira (19). Assassinado aos 44 anos em um ataque a um bar em Tubarão, no Sul de Santa Catarina, o ex-atacante deixa uma trajetória marcada pela persistência e pela paixão pelo esporte. Ao longo de mais de 20 anos de carreira, vestiu as camisas de equipes como Athletico-PR, Atlético-GO, Santa Cruz, Brasil de Pelotas e Atlético Tubarão.
A morte de Ivan Fiel, conhecido no futebol como Brasão, interrompeu de forma trágica a história de um atacante que construiu uma carreira de mais de duas décadas dentro dos gramados e que, mesmo após a aposentadoria, continuou ligado ao esporte. Assassinado aos 44 anos, em Tubarão, no Sul de Santa Catarina, o ex-jogador deixa um legado marcado pela passagem por clubes tradicionais do país, experiências internacionais e uma forte ligação com o futebol catarinense.
O início de Brasão
Natural de São Paulo, Brasão iniciou sua trajetória profissional no início dos anos 2000. O apelido que o tornou conhecido surgiu ainda na infância, inspirado no nome de um cachorro de estimação da família. Anos depois, o nome inusitado se transformaria em marca registrada nos gramados.
A carreira começou no Flamengo de Guarulhos e seguiu por diversos clubes do futebol brasileiro. O atacante vestiu camisas de equipes tradicionais como Athletico-PR, Atlético-GO, Santa Cruz, Brasil de Pelotas, Treze e Fluminense de Feira, além de construir uma identificação especial com o futebol de Santa Catarina.
Foi no estado catarinense que Brasão viveu alguns dos momentos mais importantes da carreira. Passou por clubes como Camboriú, Inter de Lages, Hercílio Luz, Concórdia e Atlético Tubarão. No Camboriú, tornou-se um dos maiores artilheiros da história da equipe, enquanto no Inter de Lages participou de campanhas vitoriosas e conquistou o acesso estadual.
O atacante também buscou espaço fora do país. Atuou no futebol da Índia, defendendo Fransa-Pax e Salgaocar, além de ter uma passagem pelo Vitória de Setúbal, de Portugal, ampliando sua experiência no cenário internacional.
Depois do futebol
Após encerrar a carreira profissional, Brasão decidiu permanecer em Tubarão. Continuou participando de competições amadoras da região e passou a atuar como comentarista e apresentador de programas esportivos, mantendo-se próximo ao futebol que sempre fez parte de sua vida.
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Aos 44 anos, Brasão teve sua trajetória interrompida de maneira violenta, mas deixa uma história construída com perseverança, gols e uma forte identificação com os clubes e torcedores que acompanharam sua caminhada dentro e fora dos gramados.
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