A jovem Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, de 23 anos, conhecida como “Porcelana”, é investigada por envolvimento na fuga de quatro presos do Comando Vermelho em Roraima. Amiga de um dos chefes da facção morto na megaoperação do Rio, ela já foi condenada por tráfico e porte ilegal de arma, mas está desaparecida desde quarta-feira (29).

Saiba quem é Porcelana, mulher que virou peça-chave nas investigações sobre o CV

Uma jovem identificada como Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, de 23 anos, conhecida como “Porcelana”, está sendo investigada pela Polícia Civil de Roraima por suspeita de envolvimento na fuga de quatro integrantes do Comando Vermelho (CV) do maior presídio do estado. A ação, que ocorreu recentemente, vem sendo tratada pelas autoridades como uma das mais ousadas dos últimos anos.

“Porcelana” já é conhecida das forças de segurança por ter sido condenada por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. A Justiça havia determinado que ela cumprisse pena em casa, sob monitoramento eletrônico, em Manaus, no Amazonas. No entanto, durante a operação realizada na última quarta-feira (29) para cumprir mandados de busca e apreensão, a suspeita não foi localizada.

A polícia acredita que ela tenha fugido após saber que seria alvo da ação. Evelyn é apontada como amiga próxima de Francisco Myller Moreira da Cunha, conhecido como “Gringo” ou “Suíça”, um dos chefes do Comando Vermelho no Amazonas, morto na megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro na terça-feira (28).

Nas redes sociais, “Porcelana” lamentou a morte do traficante, publicando uma mensagem de despedida no dia seguinte à operação: “Vai nos fazer muita falta”, escreveu. A publicação chamou atenção das autoridades, que investigam se ela mantém ligação direta com lideranças da facção.

A Polícia Civil segue em busca de informações que possam levar ao paradeiro da jovem e dos demais fugitivos. Até o momento, nenhum dos envolvidos foi recapturado.

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