O salário mínimo no Brasil passa a ser de R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1º de janeiro de 2026), conforme decreto do governo federal. O novo valor representa um reajuste em relação ao piso anterior, que era de R$ 1.518, e passa a valer em todo o território nacional.

Foto: Reprodução
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O salário mínimo no Brasil passa a ser de R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1º), conforme decreto do governo federal. O novo valor representa um reajuste em relação ao piso anterior, que era de R$ 1.518, e passa a valer em todo o território nacional.

Com a atualização, o salário mínimo mensal equivale a cerca de R$ 54 por dia e R$ 7,37 por hora, considerando a jornada padrão prevista na legislação trabalhista. O valor serve como referência para trabalhadores com carteira assinada, empregados domésticos formalizados, além de servidores públicos que recebem o piso nacional.

O aumento impacta diretamente milhões de brasileiros, especialmente quem recebe benefícios vinculados ao salário mínimo, como aposentadorias e pensões do INSS, além do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social. Para esses casos, o reajuste é automático.

Já trabalhadores que ganham acima de um salário mínimo não têm aumento garantido, pois os reajustes dependem de acordos coletivos, negociações sindicais ou políticas internas das empresas.

O novo valor passa a ser considerado nos salários e benefícios referentes ao mês de janeiro, que são pagos ao longo do mês ou no início de fevereiro, de acordo com o calendário de cada empregador ou órgão pagador. O reajuste segue a política de valorização do salário mínimo, que leva em conta a inflação acumulada e o crescimento da economia, buscando preservar o poder de compra da população.

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