O Brasil já conheceu criminosos que ultrapassaram qualquer limite da violência, entrando para a lista dos assassinos em série mais temidos do país. Veja os casos que marcaram épocas diferentes, mas que ainda hoje estão vivos na memória coletiva.

Serial killers que deixaram cicatrizes na história

O Brasil já conheceu criminosos que ultrapassaram qualquer limite da violência, entrando para a lista dos assassinos em série mais temidos do país. Casos que marcaram épocas diferentes, mas que ainda hoje estão vivos na memória coletiva. Entre eles estão o Bandido da Luz Vermelha, o Chico Picadinho, o Fernando das Chagas e o Maníaco do Parque.

O Bandido da Luz Vermelha

Homem de vermelho e colete preto que se trata de um assassino em série

Nos anos 1960, São Paulo viveu dias de pavor com as ações de João Acácio Pereira da Costa, apelidado de Bandido da Luz Vermelha.

O caso ganhou repercussão, pois ele usava uma lanterna vermelha para invadir mansões e surpreender suas vítimas. Mais do que roubos, os ataques muitas vezes terminavam em violência extrema e até mortes.

Preso em 1969, recebeu mais de 300 anos de condenação, mas cumpriu pouco mais de 20. Solto em 1997, foi assassinado meses depois em Joinville (SC). Seus crimes se tornaram livros e filmes e até hoje é lembrada como um dos primeiros casos de criminalidade midiática no país.

Chico Picadinho

Outro caso brutal foi o de Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, que ficou marcado pelo esquartejamento de suas vítimas. O primeiro crime aconteceu em 1966, quando matou uma dançarina em São Paulo. Dez anos depois, voltou a cometer o mesmo tipo de crime.

Preso novamente, nunca mais voltou às ruas. Passou décadas em instituições prisionais e psiquiátricas, sendo lembrado como um dos criminosos mais frios e irrecuperáveis do Brasil.

Francisco das Chagas

No Maranhão, quem espalhou medo foi Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, conhecido como Chico Estrela. Na década de 1980, seus assassinatos violentos, a maioria contra mulheres, ganharam destaque.

Seus crimes criaram uma espécie de mito popular: moradores o viam como uma figura quase lendária, um “bicho-papão real” que se escondia nas sombras. A crueldade fez dele um dos nomes mais lembrados do crime no Nordeste.

O Maníaco do Parque

Nos anos 1990, outro caso abalou o Brasil: o de Francisco de Assis Pereira, que ficou conhecido como o Maníaco do Parque. Ele atraía mulheres com promessas falsas de trabalho como modelos e as levava para áreas isoladas do Parque do Estado, em São Paulo. Lá, cometia estupros e assassinatos com requintes de crueldade.

Foi preso em 1998, após uma grande caçada policial, e condenado a mais de 200 anos de prisão. O caso ganhou repercussão internacional e escancarou a vulnerabilidade das mulheres diante de criminosos que se aproveitam da confiança e da ingenuidade alheia.

Rostos do horror

O Bandido da Luz Vermelha, o Chico Picadinho, o Francisco das Chagas e o Maníaco do Parque representam capítulos sombrios da história criminal brasileira. Suas histórias chocaram, pararam o país e até hoje são lembradas como símbolos de violência, brutalidade e da complexa mente dos assassinos em série.

 

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