Um caso de tentativa de homicídio familiar chocou moradores de Mairiporã, na Grande São Paulo. Um homem foi preso em flagrante suspeito de envenenar a própria mãe e o padrasto, enquanto uma adolescente grávida de sete meses, apontada como sua companheira, também passou a ser investigada por participação no caso.
Um caso de tentativa de homicídio familiar chocou moradores de Mairiporã, na Grande São Paulo. Um homem foi preso em flagrante suspeito de envenenar a própria mãe e o padrasto, enquanto uma adolescente grávida de sete meses, apontada como sua companheira, também passou a ser investigada por participação no caso.

De acordo com informações registradas pela Polícia Civil, o suspeito confessou ter colocado veneno de formiga na alimentação das vítimas, embora tenha negado ter utilizado “chumbinho” e afirmado que não tinha a intenção de matar o casal.
Conversas indicariam plano para matar casal
Segundo o boletim de ocorrência, a investigação identificou conversas em aplicativos de mensagens entre o suspeito e a adolescente que apontariam discussões sobre a morte das vítimas.
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Ao ser questionado sobre o conteúdo das mensagens, o homem afirmou que ele e a companheira estavam revoltados com a interferência da mãe em seu relacionamento. Ainda conforme o depoimento, ele atribuiu à adolescente a ideia de utilizar veneno ou faca contra as vítimas.
Desvio de dinheiro também é investigado
Durante o interrogatório, o suspeito também admitiu ter utilizado um aplicativo de cobrança por aproximação para realizar transações com o cartão bancário da mãe e desviar valores para benefício próprio. Segundo o registro policial, ele confessou ter instalado o sistema em seu celular e realizado diversas operações financeiras sem autorização. Por outro lado, negou ter criado uma conta bancária em nome da mãe em uma instituição financeira digital.
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Vítimas foram levadas ao hospital
Após a denúncia, as vítimas foram socorridas por policiais e encaminhadas ao Hospital Anjo Gabriel com suspeita de envenenamento. A mulher também manifestou interesse em receber proteção prevista pela Lei Maria da Penha.
Polícia pede prisão preventiva e internação
Diante dos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante do suspeito em prisão preventiva. Além disso, solicitou a internação da adolescente investigada em unidade da Fundação Casa.
A Polícia Civil também pediu autorização judicial para a quebra de sigilo e extração de dados dos celulares apreendidos, com o objetivo de aprofundar as investigações.
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