Depois de mais de um mês afastado das redes sociais, Cristian Cravinhos reapareceu em um vídeo na noite de quinta-feira (10), rasgando elogios ao irmão, Daniel Cravinhos, enquanto mostrava uma das motos customizadas pelo irmão.

 Cristian Cravinhos faz declaração surpreendente sobre Daniel (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Cristian Cravinhos faz declaração surpreendente sobre Daniel (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Depois de mais de um mês afastado das redes sociais, Cristian Cravinhos reapareceu em um vídeo na noite de quinta-feira (10), rasgando elogios ao irmão, Daniel Cravinhos, enquanto mostrava uma das motos customizadas pelo irmão.

“É Daniel, você é um gênio. Essa que é a história. Não é porque é meu irmão não, mas você é foda! Top demais!”, disse Cristian nas imagens.

Atualmente, Cristian e Daniel estão em regime aberto. Cristian foi beneficiado em março de 2025, tornando-se o último dos três condenados pelo crime a cumprir pena em liberdade. Daniel cumpre regime aberto desde 2018, trabalhando com customização de motos, uma atividade que realiza junto com o irmão desde então.

Cristian já havia retornado ao regime aberto em 2017, mas perdeu o benefício após ser detido suspeito de agredir uma mulher, tentar subornar policiais em Sorocaba (SP) e se manter fora da comarca declarada à Justiça. Na ocasião, ele teria oferecido R$ 1 mil para não ser preso e dito que o irmão traria mais R$ 2 mil aos policiais. Com ele, os agentes encontraram dinheiro e uma munição 9 mm, de uso restrito. Meses depois, Cristian foi absolvido da acusação de porte ilegal de munição, mas cumpriu quatro anos e oito meses de prisão por corrupção ativa.

No vídeo recente, Cristian aparece orgulhoso do trabalho de Daniel e afirma que a dupla tem “muitas fãs” pelo trabalho.

Veja: 

Relembre o caso

Em 31 de outubro de 2002, Daniel e Cristian Cravinhos mataram a pauladas o engenheiro Manfred e a psiquiatra Marísia von Richthofen, pais de Suzane von Richthofen, na mansão do casal no bairro Campo Belo, zona sul de São Paulo.

À época, Suzane, de 18 anos e mentora do crime, afirmou que os pais não aprovavam seu namoro com Daniel.

No julgamento, realizado em 2006, Suzane e Daniel foram condenados a 39 anos e seis meses de prisão, enquanto Cristian recebeu 38 anos e seis meses.

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