A Polícia Civil de São Paulo prendeu Lucas Kauan da Silva Pereira, de 18 anos, suspeito de pilotar a motocicleta utilizada no latrocínio que vitimou a jovem Beatriz Munhos em Sapopemba. O jovem foi detido na tarde da última terça-feira(03), e é apontado pela investigação como cúmplice do atirador, que segue foragido. O crime, que ocorreu no fim de semana na Zona Leste da capital, resultou na morte da vítima na frente de seu pai e namorado.

Lucas Kauan preso
Lucas Kauan preso

A Polícia Civil de São Paulo prendeu um dos indivíduos apontado como cúmplice no latrocínio que resultou na morte da jovem Beatriz Munhos no último fim de semana. O crime, ocorrido em Sapopemba, na Zona Leste da capital paulista, ganhou repercussão após a vítima ser atingida por disparos na frente de seu pai e de seu namorado.

O suspeito detido foi identificado como Lucas Kauan da Silva Pereira, de 18 anos. Ele foi preso na tarde da última terça-feira(03) pela Polícia Civil e é investigado por atuar como o piloto da motocicleta utilizada na ação criminosa. Lucas Kauan é peça-chave na investigação do roubo seguido de morte.

Ao chegar na delegacia Lucas Kaun falou rapidamente com os repórteres presentes confirmando que a moto era dele, mas, não tinha sido ele cometeu o crime.

Não foi eu não, senhor”, dizia repetidamente.

Relembre o caso

Uma jovem de 20 anos, identificada como Beatriz Munhos, foi baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na noite de sábado (01) em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Ela estava acompanhada do pai e do namorado para entregar um drone vendido pela internet quando foi atacada por dois criminosos em uma motocicleta.

De acordo com o relato do namorado à Polícia Civil, o trio havia saído de Sorocaba, no interior do estado, para fazer a entrega ao suposto comprador. Enquanto esperavam no local combinado, dois homens armados chegaram em uma moto e anunciaram o assalto.

Durante a abordagem, Beatriz tentou reagir usando gás de pimenta contra um dos bandidos. O criminoso revidou e atirou à queima-roupa, atingindo a cabeça da jovem. Uma câmera de segurança registrou toda a ação.

Após o disparo, o namorado ainda tentou impedir a fuga dos suspeitos segurando a bolsa térmica de entregador que um deles carregava, mas o bandido conseguiu escapar com o comparsa. Eles levaram apenas um celular e abandonaram o acessório falso usado para disfarçar o crime.

Beatriz chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte) no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela), que investiga o caso.

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