O governo de Israel confirmou, nas primeiras horas desta segunda-feira (13), o início da libertação do último grupo de reféns israelenses mantidos pelo grupo terrorista Hamas havia quase dois anos. A operação faz parte de um acordo de cessar-fogo mediado por Egito, Catar e Estados Unidos, que prevê a devolução de 20 reféns vivos e dos restos mortais de 28 reféns que morreram em cativeiro.
Segundo informações das Forças de Defesa de Israel (IDF), os primeiros sete reféns vivos foram entregues à Cruz Vermelha Internacional e já estão em território israelense, onde passam por avaliações médicas e psicológicas. O restante do grupo deve ser libertado gradualmente nas próximas 72 horas, conforme os termos do acordo.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país “não descansará até que todos os seus cidadãos retornem para casa”. Ele classificou o acordo como “um passo difícil, mas necessário” para encerrar um dos episódios mais traumáticos desde os ataques de 2023.
O governo de Israel confirmou, nas primeiras horas desta segunda-feira (13), o início da libertação do último grupo de reféns israelenses mantidos pelo grupo terrorista Hamas havia quase dois anos. A operação faz parte de um acordo de cessar-fogo mediado por Egito, Catar e Estados Unidos, que prevê a devolução de 20 reféns vivos e dos restos mortais de 28 reféns que morreram em cativeiro.
Segundo informações das Forças de Defesa de Israel (IDF), os primeiros sete reféns vivos foram entregues à Cruz Vermelha Internacional e já estão em território israelense, onde passam por avaliações médicas e psicológicas. O restante do grupo deve ser libertado gradualmente nas próximas 72 horas, conforme os termos do acordo.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país “não descansará até que todos os seus cidadãos retornem para casa”. Ele classificou o acordo como “um passo difícil, mas necessário” para encerrar um dos episódios mais traumáticos desde os ataques de 2023.
Autoridades israelenses informaram ainda que a operação de resgate está sendo acompanhada por observadores internacionais e que a entrada de ajuda humanitária em Gaza também faz parte das condições do cessar-fogo.
Do lado palestino, o Hamas confirmou a entrega dos reféns, mas afirmou que as trocas ocorrem “sob supervisão internacional” e que o grupo espera a retirada gradual das tropas israelenses do norte da Faixa de Gaza.
Familiares dos sequestrados se reuniram em praças de Tel Aviv e Jerusalém para acompanhar as notícias. Em várias cidades israelenses, velas foram acesas em homenagem às vítimas que não sobreviveram ao cativeiro.
A libertação marca o início de uma nova fase nas negociações entre Israel e o Hamas, mas analistas alertam que a paz ainda está distante.
“É um avanço importante, mas frágil”, avaliou um diplomata envolvido nas tratativas. “Tudo depende da confiança e do cumprimento integral das cláusulas do acordo.”
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