Uma garota de programa confessou ter matado um cliente de 55 anos por asfixia durante fetiche perigoso. O caso aconteceu nesta semana, na Califórnia (EUA).
Uma mulher casada que trabalha como garota de programa e modelo no OnlyFans admitiu ter matado um de seus clientes durante um fetiche sexual que terminou mal.

Michaela Rylaarsdam e seu marido (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Michaela Rylaarsdam, de 32 anos, se declarou culpada no tribunal de San Diego, na Califórnia (EUA).
Ela deverá ser sentenciada a quatro anos de prisão pela morte de Michael Dale, de 55 anos, morto nesta semana por asfixia.
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Programa deu errado
Michaela recebeu 11 mil dólares, cerca de R$ 54 mil, para realizar um fetiche com Dale: tapar a boca dele com fita adesiva e cobrir a cabeça com um saco plástico durante o programa, enquanto ele ainda ficaria com as mãos amarradas.
No entanto, o plano deu errado e o homem acabou sendo asfixiado, depois de ficar 8 minutos sem conseguir remover o plástico.
Devido a gravidade da situação, a garota de programa acionou o serviço de emergência, mas os paramédicos apenas puderam constatar o óbito do cliente.
Segundo o New York Post, o óbito de Michael Dale foi registrada como morte cerebral.
Garota de programa é casada
Michaela é casada com Brandon Rylaarsdam e tem três filhos. O marido prestava assistência à mulher para administrar o negócio e contribuir com os anúncios dos serviços prestados.
Em sua página no site Secret Hostess, ela se descreve como responsável por uma “criação sofisticada e elegante” e com “10 anos de experiência”, além de ser “especialista em lap dance acrobática”.
A garota de programa ainda cobrava 150 dólares, cerca de R$ 737,00 por sessão em videochamadas.
Advogado defende mulher
O advogado de Michaela, Dan Cohen, afirmou que a investigação mostra consentimento do cliente, e que a mulher não tinha a intenção em matar Dale, o que justificaria sua isenção de culpa.
“Não houve intenção de matar e nem tentativa de encobrir o ocorrido. E ela agiu de forma apropriada quando percebeu que isso era um problema. Definitivamente, há um elemento consensual. Não apenas algo com que ele consentiu, mas algo que ele buscou ativamente”, declarou.
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