O vigilante Lodoil Marques da Silva, de 61 anos, foi encontrado morto com sinais de violência em um galpão da Subprefeitura da Mooca, na zona leste de São Paulo. O corpo apresentava marcas de esganadura e indícios de que foi arrastado. O celular da vítima desapareceu e a Polícia Civil investiga o caso como homicídio.

O vigilante Lodoil Marques da Silva, de 61 anos - Foto: Divulgação
O vigilante Lodoil Marques da Silva, de 61 anos - Foto: Divulgação

Um vigilante de 61 anos foi encontrado morto com sinais de violência na noite do último domingo (07) em um galpão de mercadorias apreendidas administrado pela Subprefeitura da Mooca, na zona leste de São Paulo.

Leia mais sobre crimes

Subprefeitura da Mooca - Foto: Reprodução

Subprefeitura da Mooca – Foto: Reprodução

A vítima, identificada como Lodoil Marques da Silva, trabalhava no local quando foi encontrada por um colega por volta das 21h20.

Leia também:

Segundo a Polícia Militar, inicialmente a testemunha acreditou que o vigilante estivesse cochilando em uma cozinha do galpão. Ao se aproximar, porém, percebeu que ele estava morto.

Marcas indicam possível luta antes da morte

De acordo com os policiais, o corpo apresentava marcas de esganadura e estava caído no chão com um boné cobrindo o rosto.

Os investigadores também encontraram indícios de que a vítima teria sido arrastada por alguns metros antes de ser abandonada no local onde foi localizada.

O crachá do vigilante estava quebrado e a prótese dentária foi encontrada distante do corpo, elementos que reforçam a suspeita de que tenha ocorrido uma luta antes da morte.

Último contato ocorreu horas antes

Em depoimento à Polícia Civil, colegas e superiores informaram que o último contato com Lodoil aconteceu por volta das 16h.

Cerca de cinco horas depois, ele foi encontrado sem vida dentro do galpão localizado na Rua Jaibaras, na altura do número 299.

Celular desapareceu

Outro detalhe que chamou a atenção dos investigadores é o desaparecimento do celular da vítima, que não foi localizado no local do crime.

A Polícia Civil apura se o homicídio pode ter relação com as atividades desenvolvidas no galpão, utilizado como ponto de armazenamento e fiscalização de mercadorias apreendidas pela Subprefeitura da Mooca.

Câmeras serão analisadas

Imagens de câmeras de segurança da região e do próprio galpão serão analisadas para ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e identificar possíveis suspeitos. O caso foi registrado como homicídio e segue sob investigação.

Até o momento, a Subprefeitura da Mooca não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.

Leia mais no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas