Localizado pela Guarda Civil Municipal de Brejões, ele apresentou características compatíveis com as do procurado e, ao ser abordado, admitiu envolvimento no crime. Em depoimento, afirmou que deixou São Paulo logo após o ocorrido por medo de represálias, diante da forte repercussão do caso.

Suspeito de participar de estupro coletivo chega em SP (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Suspeito de participar de estupro coletivo chega em SP (Foto: Reprodução/Redes sociais)

O suspeito de cometer estupro coletivo contra duas crianças de 7 e 10 anos, na Zona Leste de São Paulo, revelou o motivo de ter fugido. O suspeito identificado como Alessandro Martins dos Santos, foi encontrado e preso por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Brejões.

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Preso na Bahia (Foto: /Reprodução/GCM de Brejões)

Durante a abordagem realizada pela Guarda Civil Municipal, o homem apresentou características compatíveis com as do procurado, ele admitiu envolvimento o crime e relatou que decidiu deixar a capital paulista pouco tempo depois do ocorrido.

Segundo seu próprio depoimento, a saída teria sido motivada pelo receio de sofrer represálias. temendo pela sua própria vida, especialmente diante da comoção provocada pelo caso e da ampla divulgação de informações relacionadas ao episódio.

As declarações do suspeito foram registradas e passam a integrar o inquérito, que segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso e confirmar as circunstâncias apresentadas.

Relembre o caso

O caso aconteceu no dia 21 de abril, mas só foi comunicado oficialmente às autoridades três dias depois. De acordo com o subprefeito de São Miguel Paulista, Divaldo Rosa, o atraso na denúncia teria sido motivado pelo medo enfrentado por familiares das vítimas diante da gravidade da situação.

As investigações identificaram cinco suspeitos de participação no crime, sendo quatro adolescentes e um adulto. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), três dos menores já foram localizados e apreendidos, dois na cidade de São Paulo e um em Jundiaí, na região metropolitana. O outro envolvido ainda não foi encontrado e segue sendo procurado.

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Crianças recebem atendimento

As crianças receberam atendimento médico e foram encaminhadas a uma unidade hospitalar de referência por meio de um programa municipal. Além disso, as famílias passaram a contar com apoio de serviços sociais.

Uma das vítimas, de 10 anos, foi acolhida junto a familiares em um equipamento público da prefeitura, enquanto a outra, de 7 anos, ficou sob os cuidados do pai, em outro município, também com acompanhamento do Conselho Tutelar.

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