A apresentadora Ana Paula Oliveira investiu R$ 30 mil para customizar o banco de seu Porsche de luxo. Com 2.000 ml de silicone, ela afirmou que a ergonomia original do veículo, voltada ao padrão masculino, era desconfortável e prejudicava sua postura ao dirigir.

Influenciadora revela que precisou adaptar carro de luxo por conta de 'peitão' (Foto: Redes Sociais)
Influenciadora revela que precisou adaptar carro de luxo por conta de 'peitão' (Foto: Redes Sociais)

A influenciadora e apresentadora da Band, Ana Paula Oliveira, de 50 anos, fez uma revelação bombástica nesta terça-feira (3). Ela contou que precisou fazer adaptações no banco do seu carro de luxo — avaliado em mais de R$ 1 milhão — por conta dos seios e glúteos avantajados, resultado de procedimentos que somam mais de 2.000 ml de silicone.

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Ana Paula revelou que investiu mais de R$ 30 mil na customização do banco de seu Porsche, um modelo esportivo, após perceber que o desenho original não se adaptava ao seu corpo. O investimento teve como objetivo melhorar o conforto e a postura ao dirigir.

No início, a apresentadora tentou se ajustar à ergonomia original do veículo, mas logo percebeu que o problema ia além do bem-estar físico. “Eu ficava muito projetada para frente. Não era confortável e também não era uma posição que me agradava quando eu me via sentada no carro”, explicou.

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Críticas às montadoras de luxo

Com o tempo, a influenciadora passou a refletir sobre o design desses veículos de alto padrão. “Foi aí que eu entendi que muitos carros esportivos são pensados para um padrão de corpo masculino. Com o meu corpo hoje, aquela ergonomia simplesmente não funcionava”, afirmou.

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A solução encontrada foi uma customização interna do banco, com ajustes na espuma, na profundidade do encosto e nos pontos de apoio do tronco, mantendo o acabamento e o design original do veículo. O ajuste permitiu reduzir a projeção para frente e garantir uma posição mais alinhada ao volante, conciliando conforto, segurança e imagem corporal.

“Não era algo pontual. Me incomodava toda vez que eu entrava no carro. Hoje eu sento de forma natural, confortável e alinhada com o meu corpo. Em vez de eu tentar me adaptar ao carro, foi o carro que precisou se adaptar a mim”, concluiu.

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