O pai da bebê de 10 meses morta após um crime brutal em Fortaleza revelou que descobriu na delegacia que a principal linha de investigação apontava para violência sexual contra a filha, contrariando a informação inicial de que a criança teria morrido por asfixia. Abalado, ele cobrou justiça e pediu punição rigorosa aos suspeitos presos em flagrante. A Polícia Civil segue investigando o caso e aguarda a conclusão dos laudos da Perícia Forense para esclarecer todas as circunstâncias da morte.

Bebê Helena (Foto: reprodução)
Bebê Helena (Foto: reprodução)

Uma bebê de 10 meses morreu na última segunda-feira (13) em Fortaleza. Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante suspeitos de envolvimento no estupro e na morte da bebê.

Conforme as investigações, um dos detidos mantinha um relacionamento casual com a mãe da criança, enquanto o outro é primo dele.

Bebê Helena Cantor sertanejo Cristiano dupla Zé Neto e Cristiano

Bebê Helena (Foto: reprudução)

O crime ocorreu no bairro Dionísio Torres. A bebê chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos graves ferimentos.

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Pai buscou respostas na delegacia

Ao retornar a Fortaleza, o pai da bebê procurou uma delegacia em busca de respostas sobre o que havia acontecido com a filha. Segundo ele, foi na unidade policial que recebeu a informação de que a principal suspeita já não era de morte por asfixia.

“Eles falaram: ‘é o seguinte, até o momento, a sua filha não foi asfixiada, ela foi, ela não morreu por conta própria. Ela foi morta, porque as partes íntimas dela estavam com marcas vermelhas como se fosse sangue’”, lembrou.

Diante da revelação, ele afirmou estar profundamente revoltado e disse esperar que os responsáveis sejam punidos com o máximo rigor da lei.

A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), que realizou os exames periciais no local da ocorrência e o exame cadavérico da vítima. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime.

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Pai lamenta perda da filha

O pai da bebê relatou que não teve forças para acompanhar o sepultamento da filha. Ainda profundamente abalado, ele contou que conseguiu se despedir da criança durante o velório, em um momento reservado, mas afirmou que a dor da perda o impediu de permanecer até o enterro.

Segundo o pai, a família da mãe da bebê respeitou seu pedido para que pudesse ficar a sós com a filha por alguns instantes antes da despedida definitiva.

Apesar de ter participado do velório e permanecido no local durante parte da cerimônia, ele disse que não conseguiu reunir condições emocionais para acompanhar o sepultamento, destacando que o impacto da tragédia ainda é difícil de assimilar.

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